A família tutora do cãozinho Fox vai intensificar a cobrança pela prisão dos responsáveis pelo ataque que o animal da raça spitz alemão sofreu em São José dos Campos, em 9 de outubro.
Após 16 dias lutando pela vida, com graves lesões, o cãozinho spitz alemão Fox morreu nesta quarta-feira (25), em um hospital veterinário de São Paulo.
O brutal ataque que Fox sofreu desfigurou-lhe a face e causou graves lesões internar, especialmente com a respiração. Ele perdeu metade do pulmão esquerdo e precisou passar por três cirurgias.
O ataque do cachorro da raça bull terrier a Fox foi instigado por seu tutor, que estava acompanhado por um amigo. Os dois são investigados pela Polícia Civil.
No entanto, a brutal violência completou 16 dias sem que os responsáveis tenham sido presos. Eles foram intimados pela Polícia Civil a prestar depoimento, mas não teriam comparecido à delegacia de São José.
Nas reses sociais, as tutoras do Fox fizeram um apelo à Justiça para a condenação dos tutores do bull terrier.
“Todo o exército do Fox está convocado: 16 dias depois, a dúvida já não é mais quando, mas se vai haver justiça pelo Fox”, diz trecho da postagem nas redes sociais.
“Crueldade contra animais + injúria + ameaça. Comprovado por fotos + vídeos + áudios + testemunhas. O autor dos crimes tem extensa ficha criminal. O cúmplice foi embora com o cão que foi utilizado como arma”, diz outro trecho.
“Você ainda vai ser o nosso guerreiro. E você vai batalhar a guerra de outros animais. Você ainda vai ter uma lei com seu nome”, escreveu Sofia Albuquerque, 24 anos, uma das tutoras do Fox, sobre a morte do cãozinho nesta quarta-feira.
Segundo ela, a família vai continuar com o movimento para recolher assinaturas e propor o projeto da ‘Lei Fox’, que altera leis federais para punir, com regime fechado, quem use cachorros como armas.
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