O VLM-1 visa colocar em órbita até 30 quilos de carga útil, a cerca de 300 quilômetros de altitude.
O projeto começou em 2014 após parceria entre as agências espaciais do Brasil e da Alemanha, que pretendem entrar no mercado de lançamentos de nano e microssatélites. Com capacidade para captar e transmitir imagens quase em tempo real, esses aparelhos são utilizados para observação e acompanhamento de atividades terrestres.
As imagens podem ter aplicação em áreas como monitoramento climático e ambiental, logística, segurança e espionagem. Também são empregados na conexão machine-to-machine usada em sistemas de internet das coisas (IoT).