Alguns pinguins foram resgatados na última semana por equipes do Instituto Argonauta nas regiões de Ubatuba e São Sebastião. Algumas das aves, no entanto, segundo a organização, foram encontradas sem vida nos locais atendidos.
Os socorridos com vida foram levados ao CDR (Centro de Reabilitação e Despetrolização) do instituto, com sede em Ubatuba, já no último domingo (25).
A espécie encontrada foi a do ‘pinguim-de-magalhães’, um tipo marinho, com o corpo adaptado para se viver na água, mas que não voa, tendo suas asas modificadas e nadadeiras. A principal alimentação deles são os peixes, polvos, lulas e pequenos crustáceos.
Segundo o instituto, a época de passagem de pinguins pela região se iniciou em junho, mas o pico era esperado entre os meses de julho e agosto, indo até outubro. Segundo o Argonauta, o aparecimento da ave na costa brasileira é comum, já que eles se lançam ao mar em busca de alimentos, migrando da Patagônia Argentina, e eventualmente acabam se perdendo e parando em regiões litorâneas do Brasil.