Empresário do ramo de confecções e atuante nas redes sociais, Eduardo Sivinski (Avante), mais conhecido como Dudu Sivinski, disse ter ficado feliz por ter aparecido no levantamento de OVALE/Sampi/Ágili Pesquisas sobre o cenário eleitoral na cidade para o cargo de prefeito, em 2024.
Ele aparece com 1,18% e 2,37% das intenções de voto nos dois cenários estimulados pela pesquisa, o segundo deles sem a presença do ex-deputado federal e ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB), que lidera o primeiro cenário. O atual prefeito Anderson Farias (PSD) lidera o segundo.
A pesquisa foi feita com 590 pessoas em São José entre os dias 4 a 8 de maio. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
“Sem nunca ter ocupado cargo político, aparecer tecnicamente empatado com deputados, vereadores e ex-vereadores que já foram candidatos a prefeito aponta que São José quer mudança”, afirmou Sivinski, que disputou a eleição para vereador em São José em 2020, obtendo 3.487 votos.
“[Os eleitores] só têm insistido nos mesmos por total falta de opção de um novo caminho para a cidade e não esse jogo de cartas marcadas que troca pessoas, mas não o jeito desumano de fazer.”
Após a pesquisa, Sivinski disse estar “avaliando seriamente a possibilidade de disputar as eleições para prefeito”.
“Para que o povo possa, enfim, ser ouvido durante quatro anos e não só em ano eleitoral. Eu sei a necessidade do povo, porque sei o que é usar ônibus, UBS, sei o que é depender de consulta e cirurgia no SUS. Não trabalharia só por asfalto, igual os antigos políticos, mas por moradia e por atendimento médico que salva vidas”, afirmou.
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ANDERSON
Sobre a taxa de 79% de aprovação ao governo do prefeito de São José, Anderson Farias, o empresário disse que a “baixa capilaridade eleitoral do atual prefeito” mostra a dificuldade do eleitor em “dissociar a qualidade de vida em São José, conquistada em mais de um século de trabalho duro, com a atual administração”.
“Esse descolamento fica mais claro quando as pessoas optam pelo passado em vez do atual governo, para o qual falta tato político, carisma pessoal e boa administração. O mesmo se reflete sobre a aprovação surreal de Tarcísio de Freitas, que surfa nas boas condições do Estado, já que até agora, em quatro meses, não apresentou nada de consistente que justifique essa avaliação”, afirmou Sivinski.