As chuvas que atingiram o Litoral Norte do estado de São Paulo no final de semana, foram as maiores da história do país. Isso de acordo com os registros oficiais, pois, nunca se choveu 682 milímetros em tão pouco tempo.
A consequência disso foi, até agora um rastro de destruição que deixou já 36 mortos (35 em São Sebastião e um em Ubatuba). No momento, são mais de 1.730 pessoas desalojadas e outras 766 desabrigados, além de 40 pessoas desaparecidas, o que deverá aumentar o número de óbitos na região.
Em 2022, 530 milímetros de chuva arrasaram a cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. Antes disso, em 1991, Florianópolis, capital de Santa Catarina, registrou 400 milímetros de chuva também em um único dia.
Agora, as quatro cidades do Litoral Norte foram atingidas, mas São Sebastião foi a mais impactada e que teve os maiores prejuízos, tanto materiais quanto pessoais. Para efeito de comparação, no ano passado, em Franco da Rocha, que teve 70 milímetros de chuva em 24h, morreram 18 pessoas. Na cidade da região, esse número já é o dobro.
Segundo dados divulgados pelo Cemaden (Centro Nacional de Previsão de Monitoramento de Desastres), as chuvas deste final de semana tiveram 682 mm em Bertioga, 626 mm em São Sebastião, 337 mm em Ilhabela, 335 mm em Ubatuba e 234 mm em Caraguatatuba.
PIOR DA HISTÓRIA
Ainda assim, a maior tragédia da história de São Paulo aconteceu em 1967. Na oportunidade, uma tromba d’água matou 487 pessoas oficialmente, com o desmoronamento de encostas e casas soterradas.
Na oportunidade, a cidade ficou totalmente ilhada e as ajudas só chegaram de helicóptero. Ainda assim, estimasse que possa ter morrido mais gente, que não chegaram a ser computadas.
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