Reportagem do Jornal Nacional deste sábado (11) destacou o projeto ‘Cartas Perdidas’, que foi criado no Vale do Paraíba em 2012 pelo editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi. Em 2019, a ação ganhou um braço social.
Naquele mesmo ano, em fevereiro, o projeto enviou cerca de 450 cartas para famílias de Brumadinho, em Minas Gerais, cidade devastada pelo rompimento da barragem da empresa Vale, em 25 de janeiro de 2019, tragédia que deixou 272 pessoas mortas.
As cartas foram enviadas para o Cras (Centro de Referência da Assistência Social) de Brumadinho, mas não foram entregues. Os envelopes se perderam em meio ao caos que se transformou a cidade mineira.
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Quatro anos depois, a responsável pelo administrativo do Cras Cohab em Brumadinho, Jaqueline Silvério, encontrou as cartas guardadas em uma caixa dos Correios, que estava em um armário da instituição. Finalmente, as cartas chegaram às famílias vítimas da tragédia.
A história foi tema de um Documento OVALE especial publicado em 28 de janeiro. Também foi contata em uma reportagem no Jornal Nacional.
“Quatro anos depois, as mensagens seguem relevantes, atemporais, provando que o amor é o melhor remédio e, contrariando a matemática, multiplica-se quando é compartilhado”, disse Codazzi.
LEIA AQUI o caderno especial Documento OVALE sobre as ‘Cartas Perdidas’ de Brumadinho
VEJA AQUI a reportagem do Jornal Nacional
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