Das quatro empresas que disputavam o novo contrato para a realização de um pacote de obras na Avenida Florestan Fernandes, que integra o Anel Viário de São José dos Campos, duas foram inabilitadas por não atenderem todas as exigências do edital.
As inabilitadas foram a Casamax e a Ribeiro Aquino. Já a Compec Galasso e a Verdebianco foram habilitadas.
Após a fase de recursos dessa etapa, a Prefeitura abrirá as propostas financeiras das empresas habilitadas. O valor máximo é de 16,848 milhões – vencerá a disputa aquela que aceitar realizar o serviço pelo menor preço.
Após a assinatura do contrato e a emissão da ordem de serviço, a empresa vencedora do certame terá 14 meses para concluir a obra.
PACOTE.
O pacote inclui alargamento da via (implantação de mais uma faixa de rolamento no sentido Centro), serviço de recapeamento, além da implantação de ciclovia (para conectar o Centro da Juventude à passarela do Anel Viário) e de novo acesso à Avenida José Longo.
A obra teve início em junho de 2022 e deveria ser concluída em agosto de 2023, após 14 meses. Mas o percentual de execução atingiu apenas 0,7% até a rescisão do contrato com a empresa Emparsanco Engenharia, em outubro.
Nesse período, a empresa teria realizado apenas terraplenagem em uma área e demolição de um paredão de concreto na alça de saída da Avenida Jorge Zarur para a Avenida Florestan Fernandes.
O primeiro contrato tinha valor de R$ 11,441 milhões. A empresa chegou a receber R$ 55 mil pelo pouco que executou. Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, a Emparsanco será penalizada, mas o valor não foi informado.