11 de julho de 2026
MERCADO

Construção civil pede investimentos em habitação e tecnologia para fortalecer atividade

Por Gabriele Maciel | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação

O setor da construção civil se movimenta e espera avanços para 2023. Em 2022, teve crescimento estimado em 7% e 288 mil novos empregos formais de janeiro a novembro, segundo o Caged (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.

Para o próximo ano, a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) calcula crescimento de 2,5%.

“Tivemos o segundo ano consecutivo de alta superior à economia nacional em 2022, algo inédito desde 2012/2013. O incremento do biênio 2021/2022 será de 17,7%, o maior desde 2010/2011”, destacou Ieda Vasconcelos, economista da entidade.

Presidente da CBIC, José Carlos Martins pede representatividade e investimentos ao novo governo. “Precisamos de uma virada tecnológica grande e melhor infraestrutura para que o custo Brasil diminua e a nossa competitividade aumente”, reforçou, durante o 95º Enic (Encontro Nacional da Indústria da Construção).

No mesmo evento, o grupo Construção É +, formado por 12 entidades do setor, entregou 14 pautas ao vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin. Entre elas, fomento a políticas públicas de habitação; retomada do Minha Casa, Minha Vida; combate à informalidade; sustentabilidade; revitalização de centros urbanos; retomada de obras; ajustes em programas para fluxo de recursos e saneamento básico.

Alckmin diz que o novo governo planeja investir R$ 10 bilhões em programa de moradia a famílias de baixa renda.