O deputado federal e candidato à reeleição General Girão (PL) divulgou nesta sexta-feira (16) um evento com o presidente Jair Bolsonaro (PL) ironizando a declaração do ex-presidente Lula (PT), que comparou os atos eleitorais do último dia 7 de setembro à Ku Klux Klan, organização supremacista branca dos Estados Unidos.
A imagem faz uma "adaptação" do nome da seita, que é chamada de "cuszuz klan" de forma irônica. O próprio presidente Bolsonaro utilizou o termo para se referir à fala de Lula. Além do chefe do Executivo e do deputado federal, a primeira-dama, Michele Bolsonaro, também aparece na arte.
Já na descrição da foto, o candidato pede para seus seguidores irem ao ato vestidos de verde a amarelo, e reforça para que votem em Bolsonaro, ao invés de nulo ou em branco.
"Não vote nulo ou se abstenha, o bem contra o mal tem (sic) que se posicionar para o bem do povo e do Brasil. Meu voto é no Capitão do Povo, até porque não voto em ladrão e vou fazer também a do (sic) voto em candidatos que apoiem #Bolsonaro2022", diz a publicação.
Alusão à organizações criminosas em campanha é crime eleitoral. Caso o candidato seja enquadrado dentro da lei e o TSE entenda a associação como algo que configure apologia à Ku Klux Klan, a campanha pode ser punida pela Justiça.