A população ocupada no agronegócio brasileiro, que abarca todos os que trabalharam no setor – de empregados que recebem salários (com ou sem carteira assinada) até produtores rurais (empregadores ou que trabalham por conta própria) e trabalhadores familiares auxiliares –, somou 19 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2022, um aumento de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a pesquisa, esse é o maior número de pessoas atuando no setor desde o segundo trimestre de 2015, quando a população ocupada totalizou 19,18 milhões de pessoas. As informações são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo).
Os números coletados a partir de informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) mostram que o setor continua em alta no Brasil.
Se considerarmos as empresas que trabalham “fora da porteira”, mas com serviços para o setor, o número pode ser ainda maior.
Na TerraMagna, por exemplo, empresa que leva crédito para o agronegócio, com sede em São José dos Campos, foram contratados 33 colaboradores no segundo trimestre do ano. Já no acumulado de janeiro a agosto, foram 90 vagas abertas na empresa.
“O mundo sempre precisará de comida, roupa, remédios e diversos outros produtos que têm o agro como origem. Por isso, este setor segue forte e contratando. Na TerraMagna, de janeiro a agosto de 2022, crescemos em 30% a quantidade de colaboradores e continuamos em busca de novos talentos para nos ajudar com a missão de potencializar o agro por meio de crédito inteligente”, disse Rodrigo Marques, diretor de People da TerraMagna – considerada uma das maiores fintechs do agro na América Latina.