11 de julho de 2026
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Tarcísio diz que vai ampliar apoio à rede de filantropia na saúde e com a Fazenda da Esperança

Por Xandu Alves |
| Tempo de leitura: 2 min
Apoio. Tarcísio de Freitas conversa, pelo celular, com frei Hans Stapel, um dos fundadores da Fazenda da Esperança

Cumprindo agenda em Aparecida e Guaratinguetá neste domingo (11), Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao governo de São Paulo, disse que pretende ampliar o apoio financeiro do Estado na rede de hospitais filantrópicos e também com as comunidades terapêuticas para atender dependentes químicos.

Tarcísio participou de missa no Santuário Nacional de Aparecida logo pela manhã e depois visitou o Hospital Frei Galvão e a Fazenda da Esperança Feminina, em Guaratinguetá.

Segundo ele, a estrutura do hospital está “operando muito abaixo da capacidade” e que precisa de apoio do Estado para atender mais pacientes por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), assim como outros hospitais e unidades filantrópicas na área da saúde do Vale do Paraíba.

“A estrutura do hospital é muito boa. Por questão financeira, é um hospital asfixiado e está operando muito abaixo da capacidade. Vamos trabalhar para recuperar a rede de filantropia do estado, como as santas casas aqui da região”, disse ele a OVALE.

“E atuar junto ao governo federal para redução de taxas, parcelamento e até perdão de dívidas. Aumentar eficácia na atenção primária vai sobrar recursos para aplicar na filantropia. O Hospital Frei Galvão tem muita possibilidade de ampliação e pode atender muito mais gente, com grande referência nessa região.”

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Na Fazenda da Esperança, Tarcísio conversou com mulheres que estão em tratamento, conheceu as dependências da unidade e falou, pelo celular, com um dos fundadores da comunidade, o frade franciscano Hans Stapel.

“Colocamos no plano de governo a necessidade de ampliar a rede de comunidades terapêuticas e aumentar a estrutura do Cras-AD [Centro de Referência de Assistência Social - Álcool e Drogas] para ampliar a porta de entrada e mandar para as comunidades”, afirmou Tarcísio.

Segundo ele, são mais de 400 comunidades terapêuticas em São Paulo e apenas 70 têm o apoio do Estado.

“A gente precisa ampliar esse suporte para que a gente consiga atender mais pessoas. Quando a gente vem para cá e vê como funciona, o índice de recuperação é muito grande. Envolve a recuperação da pessoa como ser humano, da fé, espiritualidade, valores e autoconfiança. Vai além do tratamento de saúde. A fazenda tem um grande modelo e vamos multiplicar pelo Estado.”