Política

Câmara de Taubaté faz segunda votação da Lei Odila

Por Redação |
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IMPACTO NO CAIXA.rOdila Sanches, secretária de Finanças de Taubaté, disse que caixa do município passou a sofrer, dia 20 de março, com impacto da pandemia.
IMPACTO NO CAIXA.rOdila Sanches, secretária de Finanças de Taubaté, disse que caixa do município passou a sofrer, dia 20 de março, com impacto da pandemia.

A Câmara de Taubaté deve aprovar nessa segunda-feira, em segunda votação, o projeto que prevê que o pagamento de licença-prêmio para servidores municipais passe a ser feito em ordem cronológica e de forma transparente.

O texto, que já foi aprovado de forma unânime no dia 18, em primeira votação, é o primeiro item da pauta da sessão. Após a votação, o projeto seguirá para análise do prefeito Ortiz Junior (PSDB).

PROJETO. Apresentado no dia 13 de fevereiro, o texto teve sua tramitação acelerada após o jornal revelar que a madrasta do prefeito recebeu ‘supersalário’ de R$ 78.367,40 em fevereiro, sendo R$ 58.775,55 de licença-prêmio -- a diretora de Finanças, Odila Sanches, furou ao menos 1.308 servidores na fila.

Segundo o projeto, a lista de funcionários que pediram pagamento da licença-prêmio será divulgada no Portal do Servidor, citando nome e matrícula, número do pedido, data de protocolo e o período aquisitivo.

A medida vale para todos os órgãos da administração municipal: prefeitura, Câmara, Unitau (Universidade de Taubaté) e suas fundações e IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté).

Proposto pelo vereador Guará Filho (PR), que é presidente do Sindicato dos Servidores, o texto recebeu quatro emendas – elas excetuam da ordem cronológica servidores com doenças graves ou cujas casas tenham sido afetadas por inundações ou incêndio.

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