Economia

Demissões têm aumento de 11% no Vale depois da reforma trabalhista

Por Xandu Alves@xandualves10 |
| Tempo de leitura: 1 min
Vagas de emprego. Número de demissões cresceu no Vale do Paraíba depois da reforma trabalhista
Vagas de emprego. Número de demissões cresceu no Vale do Paraíba depois da reforma trabalhista

Conseguir um emprego na RMVale vem se tornando uma tarefa das mais difíceis. Nos últimos cinco meses, a quantidade de demissões na região cresceu 11%. Já as contratações aumentaram 5,17% no mesmo período.

Do mês de novembro de 2017 até março deste ano, foram registrados 79.267 desligamentos na região, contra 71.434 entre junho e outubro do ano passado.

Em novembro, o governo federal aprovou a reforma trabalhista para gerar empregos no país. No mesmo período, as contratações no Vale do Paraíba passaram de 74.205 para 78.045.

Com isso, o saldo de empregos é negativo no Vale: 1.222 postos de trabalho perdidos desde novembro.

Já nos cinco meses que antecederam a reforma trabalhista, a região abriu 2.771 novas vagas no mercado de trabalho.

CIDADES.

O Litoral Norte é a sub-região do Vale na qual as demissões mais cresceram. Os cortes subiram 29,45% depois da reforma trabalhista comparado ao período anterior, com 11.161 desligamentos contra 8.622.

A sub-região de Guaratinguetá vem em seguida, com 25,98% de alta nas demissões: 10.751 contra 8.534.

Incluindo as cidades de Taubaté e Jacareí, a sub-região de São José registrou alta de 5,95% nos desligamentos, passando de 50.388 para 53.387.

Demissão de temporários lidera corte de trabalhadores no Vale após as mudanças

No período pós-reforma trabalhista, a demissão de trabalhadores temporários foi a que mais cresceu no Vale, com alta de 60,27%: 1.465 de junho a outubro de 2017 para 2.348, de novembro a março. O corte de empregados após o término de contrato aumentou 31,53%: 9.741 para 12.812. Os pedidos de demissão cresceram 13,10%: 16,3 mil para 18.435..

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