O Consórcio 123, formado pelas empresas que operam o transporte público de São José dos Campos, se manifestou contrário à proposta da prefeitura de reajustar o serviço em até R$ 5,20. Pelos pedidos das empresas, o reajuste poderia ir a até R$ 6,22.
Nesta sexta-feira, o governo Felicio Ramuth (PSDB) enviou proposta à Câmara em que estabelece que o maior valor deve passar de R$ 4,84 para R$ 5,20, no vale-transporte e o passe comum, de R$ 4,20 para R$ 4,50, alta de 7,14%.
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Em nota divulgada após a proposta do município, o Consórcio informou que não estão sendo atendidas as reivindicações feitas pelas empresas com base no contrato de concessão do serviço.
"É importante ressaltar que o índice proposto mantém o atual desequilíbrio econômico-financeiro do sistema", diz trecho de nota.
PEDIDOS.
As três empresas (Joseense, Expresso Maringá e Saens Peña) enviaram documentos à prefeitura com as solicitações de aumento, que vão de R$ 5,64 a R$ 6,03 sem ISS (Imposto Sobre Serviços) e de R$ 5,81 a R$ 6,22 com o imposto. O reajuste anual está previsto em contrato.
"As empresas mensalmente estão contabilizando o prejuízo e aguardam uma solução sobre as perdas provocadas pela tarifa atual. É esperado que esse novo valor proporcione reequilíbrio econômico e financeiro do contrato de concessão e reponha reajustes dos insumos do setor (óleo diesel, preço de pneus e reajuste de salários de motoristas e cobradores, por exemplo)", diz o documento.
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