Diaristas têm adotado estratégias de reposicionamento profissional para ampliar ganhos e atrair clientes de alto padrão. A chamada “faxina premium” envolve técnicas específicas, investimento em imagem, equipamentos próprios e organização do serviço por pacotes, com foco na experiência entregue.
Em entrevista ao g1, Cláudia Rodrigues afirma que, após mudar a forma de atuar, passou a cobrar entre R$ 250 e R$ 330 por diária, além de taxas extras por serviços específicos. Segundo ela, a renda mensal supera R$ 8 mil. Dados do IBGE indicam que o rendimento médio habitual dos trabalhadores domésticos foi de R$ 1.367 em 2025.
Gabriela Valente também apostou no modelo e cobra até R$ 1.000 por oito horas de trabalho. Além dos atendimentos, é mentora da área e desenvolveu produto próprio de limpeza. Na Europa, Mônica Oliveira consolidou a atuação com pacotes fechados e valores que variam de 87 a 290 euros, atendendo residências e hotéis de luxo.
Especialistas alertam que a atividade como autônoma não garante direitos como FGTS, férias e 13º salário. O Sebrae e o Sindoméstica recomendam planejamento financeiro, formalização como microempreendedora individual (MEI) e contribuição regular ao INSS para assegurar proteção previdenciária.
Com informações do g1