09 de fevereiro de 2026
O DOBRO DO TEMPO

Atrasos na Linha 7 se devem à chuva, que continua nesta semana

Por Redação |
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Reprodução
Com a demora na circulação, muitos passageiros se sentaram no chão dos vagões

Passageiros que geralmente usam o transporte ferroviário para trabalhar ou estudar foram surpreendidos na manhã desta segunda-feira (9) com os atrasos e a velocidade reduzida na Linha 7-Rubi, principalmente entre Jundiaí e Francisco Morato. De acordo com relatos, o trajeto que demorava 30 minutos foi feito em uma hora nesta manhã. A TIC Trens foi procurada pelo JJ e explicou os atrasos na operação, mas não deu um prazo para normalização, visto que foi a chuva que causou danos à via e esta semana também será chuvosa.

Veja abaixo a nota na íntegra:

Devido ao impacto das fortes chuvas que atingiram a Região Metropolitana de São Paulo no fim de semana, pontos de alagamento e com diversos equipamentos de via danificados, a Linha 7-Rubi opera com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Francisco Morato e Jundiai desde o início da operação, às 4h desta segunda-feira (9). 

A TIC Trens lamenta os transtornos causados aos passageiros e informa que as equipes estão atuando desde a noite de sábado para restabelecer a operação normal o mais breve possível, condicionados também à melhoria das condições climáticas.

A Linha 7–Rubi apresenta desafios comuns em áreas metropolitanas, como alagamentos decorrentes de eventos climáticos extremos. A concessionária tem ampliado o conjunto de medidas voltadas à segurança operacional da linha, com foco na mitigação de riscos associados às chuvas intensas.

Entre as iniciativas adotadas, a concessionária mantém contrato com uma empresa especializada em meteorologia, que fornece previsões mais precisas sobre a ocorrência de chuvas fortes e ventos intensos. Com base nestes dados, veículos de manutenção são posicionados estrategicamente em trechos considerados mais vulneráveis, garantindo resposta rápida em caso de ocorrências. Além disso, o Centro de Controle Operacional (CCO) pode adotar restrições preventivas à circulação em trechos com risco de alagamento, como medida para evitar a paralisação de trens entre estações com passageiros a bordo.

Apesar destes esforços, volumes elevados de chuva e condições climáticas severas podem, eventualmente, comprometer a operação, especialmente quando há danos a equipamentos de via e a sistemas essenciais à circulação dos trens, como ocorreu neste fim de semana.

Além disso, a concessionária mantém diálogo com as prefeituras para o alinhamento de ações que possam contribuir para a mitigação dos efeitos de eventos climáticos extremos na operação ferroviária, especialmente no que se refere às iniciativas de macrodrenagem. A busca por soluções que garantam a continuidade e a qualidade do serviço prestado ao passageiro é um objetivo comum, e esse trabalho vem sendo conduzido de forma constante.