A Secretaria Estadual de Saúde informou nesta sexta-feira (14) que São Paulo contabiliza, no total, 3.861 casos confirmados de varíola dos macacos.
Deste número, 78 casos foram registrados apenas no Vale do Paraíba e Litoral Norte. São José tem 36 dos casos da região, o que representa 46.1% do total.
Os dados sobre o vírus monkeypox são obtidos via boletim oficial da pasta responsável. A lista divulgada é a mais atualizada do momento em que esta matéria está sendo publicada.
No início do mês, 1º de outubro, o número de casos confirmados na região era de 65. Neste meio tempo, o índice cresceu em 20%.
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No intervalo citado, São José dos Campos confirmou mais seis casos e passou a contabilizar 36 pacientes infectados, permanecendo na liderança da região.
A cidade de Jacareí subiu de cinco para seis casos. Taubaté confirmou mais três e agora tem 13 casos.
No Litoral Norte, Caraguá segue liderando com quatro casos. Na sequência, São Sebastião tem três e Ilhabela tem um caso.
No dia 1º de outubro, Ubatuba registrava apenas um caso. No entanto, atualmente, a cidade não constou no relatório oficial do Estado.
Caçapava se manteve com três casos. Tremembé também seguiu com cinco.
Campos do Jordão e Paraibuna seguiram com um caso cada. Pindamonhangaba, por outro lado, dobrou os casos e agora tem dois.
Monkeypox
A monkeypox é uma doença viral em que a transmissão pode ocorrer por meio de animais e humanos infectados. O vírus é responsável pela varíola dos macacos.
De acordo com especialistas, a varíola monkeypox é clinicamente menos grave, com período de incubação entre 6 e 13 dias, podendo variar ainda de 5 a 21 dias, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
Alguns dos sintomas são: aparecimento de lesões cutâneas em todo o corpo; caroços no pescoço, axila e virilha; febre; dor de cabeça; calafrios; cansaço e falta de fadiga e dores musculares.
A prevenção contra a varíola dos macacos é realizada, principalmente, mantendo distância de pessoas infectadas. Confira algumas recomendações dadas pela Secretaria Estadual de Saúde:
- Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
- Evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença;
- Higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool gel;
- Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
- Uso de máscaras, protegendo contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.