INQUÉRITO CONCLUÍDO

Médico é indiciado em caso de menino que morreu após alta

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Metrópoles
A apuração apontou que o profissional não solicitou exame de ultrassonografia, considerado essencial para o diagnóstico de apendicite.
A apuração apontou que o profissional não solicitou exame de ultrassonografia, considerado essencial para o diagnóstico de apendicite.

A Polícia Civil de Goiás concluiu a investigação sobre a morte de Theo Pietro Medeiros, de dez anos, e indiciou um médico por homicídio culposo. O caso é de outubro de 2015, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

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De acordo com o inquérito, o menino foi atendido numa UPA e recebeu alta antes da liberação dos resultados laboratoriais. A apuração apontou que o profissional não solicitou exame de ultrassonografia, considerado essencial para o diagnóstico de apendicite, e não registrou a alta no sistema no momento do atendimento.

Theo morreu cerca de 20 horas depois de deixar a unidade de saúde. Quando foi levado para novo atendimento, já estava morto. Exames posteriores indicaram infecção bacteriana severa na corrente sanguínea.

Laudos apontaram quadro avançado de infecção abdominal, com presença de secreção purulenta. A investigação reuniu perícias médicas, prontuários, registros de atendimento e depoimentos de profissionais de saúde e familiares.

A Polícia Civil atribuiu a morte a atendimento negligente e encaminhou o caso ao Poder Judiciário.

Com informações do Metrópoles.

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