APELO

Sérgio Hondjakoff pede emprego nas redes sociais

'Produtores de elenco, emissoras de TV, séries de streaming, cinema, novelas e eventos. Estou disponível para trabalhar muito em 2024', pediu o artista.

24/01/2024 | Tempo de leitura: 2 min
da Folhapress

Reprodução/@serginhohondjakoff/Instagram

Em abril de 2023, Hondjakoff recebeu alta de uma clínica de reabilitação para tratar a dependência química.
Em abril de 2023, Hondjakoff recebeu alta de uma clínica de reabilitação para tratar a dependência química.

Famoso por interpretar o personagem Cabeção em "Malhação" (1995-2020), na Globo, Sérgio Hondjakoff, 39, usou seu perfil no Instagram nesta quarta (24) para pedir trabalho. O ator, que chegou a ficar internado por mais de 10 meses em uma clínica no interior de São Paulo para tratar o vício em drogas, se colocou à disposição no mercado para "trabalhar muito em 2024".

"Produtores de elenco, emissoras de TV, séries de streaming, cinema, novelas e eventos. Estou disponível para trabalhar muito em 2024", pediu o artista, anunciando, também, seu número de WhatsApp. Ele já tinha divulgado o contato para arrumar uma companhia em 2020.

Ele já vinha anunciando a disponibilidade para presença vip em eventos e festas como também um show musical ao lado do cantor Dino Boyer. "Temos um repertório com músicas pop, soul e funk como sucesso de Tim Maia, Sandra Sá, O Rappa, Claudinho e Buchecha e outros".

Antes do Natal de 2023, o ator fez um exame toxicológico que deu negativo para uma série de drogas, como anfetaminas, metanfetaminas/ecstasy e cocaína. Ele anunciou ter feito o teste para comprovar que estava limpo há mais de um ano "Estou me sentindo revigorado, completamente limpo de tudo", disse.

Em abril de 2023, Hondjakoff recebeu alta de uma clínica de reabilitação para tratar a dependência química, em Itu, interior de São Paulo. O ator contou em uma entrevista que desde os 14 anos fazia uso de drogas, mas que os bastidores da novela teen aumentarem e o levaram ao vício.

"Comecei a usar drogas na escola aos 14 anos. Tinha aquele amigo que já usava a cannabis e se dava bem. Pegava todas as gatas e acabei me inspirando nele. No começo [usar a droga] foi até bom, tiveram vantagens. Comecei a me enxergar mais fora da caixa. Só que aí comecei a usar demais" lembrou na entrevista ao podcast Papagaio Falante logo depois de ter saído da clínica.

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