13 de outubro de 2026
DETIDO

Professor preso trocava cartas de amor com aluna em Jundiaí

Por Redação |
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
A investigação teve início depois que o pai de uma adolescente descobriu conversas de conteúdo íntimo entre a filha e o professor

O professor de 37 anos, preso na sexta-feira (9), em uma escola particular de Jundiaí, suspeito de estupro de vulnerável contra uma aluna de 13 anos, também trocava cartas de amor com uma estudante. A Polícia Civil investiga se a adolescente com quem ele mantinha a correspondência é a mesma cujo pai procurou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) para denunciar o caso ou se trata de outra possível vítima.

A investigação teve início depois que o pai de uma adolescente descobriu conversas de conteúdo íntimo entre a filha e o professor. Segundo as informações apuradas, o educador teria se aproveitado da relação de confiança com a estudante para manter diálogos de conteúdo sexual. Há também indícios de que a adolescente, que tinha entre 12 e 13 anos à época dos fatos, teria enviado imagens íntimas ao investigado.

Com o avanço das investigações, a equipe da DDM, coordenada pelo delegado Daniel Ghetti do Prado e pela chefe dos investigadores, Lilian Picchi, solicitou à Justiça mandados de busca e apreensão de equipamentos eletrônicos e de prisão temporária do professor. As medidas foram autorizadas e cumpridas na manhã de sexta-feira.

O homem foi localizado dentro da sala de aula, enquanto trabalhava. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma faca de combate que ele carregava na cintura. A polícia não descarta a hipótese de que ele tentaria suicídio. O professor foi conduzido à delegacia e permaneceu à disposição da Justiça. Os equipamentos eletrônicos apreendidos serão analisados pelos investigadores. A polícia também busca esclarecer as circunstâncias da troca de cartas de amor e identifi car se a correspondência envolve a adolescente mencionada na denúncia inicial ou outra estudante.

A Polícia Civil prossegue com as investigações para verifi car a possível existência de outras vítimas e esclarecer todos os fatos relacionados ao caso. O professor permanece investigado por suspeita de estupro de vulnerável.