04 de setembro de 2026
PROGRAMA DO GOVERNO

Quase 2 mil passam mal após consumirem merenda escolar

Por | da Rede Sampi
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/X
A escola enviou quase 1,2 mil estudantes e 95 funcionários para casa.

Cerca de 2 mil estudantes e professores passaram mal na Indonésia nos últimos três dias após consumir refeições distribuídas pelo programa governamental de alimentação escolar gratuita. Os casos são investigados pelas autoridades locais.

O episódio mais recente é de uma escola de ensino médio em Rembang, na região de Java Central. Segundo a direção, 752 alunos e 25 professores apresentaram sintomas como diarreia após o almoço de quarta-feira (2).

A escola enviou quase 1,2 mil estudantes e 95 funcionários para casa. Algumas pessoas precisaram de atendimento hospitalar. O governo informou que vai cobrir os custos médicos, enquanto o distribuidor responsável pelas refeições foi ao local para assumir a responsabilidade pela intoxicação.

Na terça-feira (1º), outras 730 pessoas passaram mal após consumir refeições do mesmo programa em uma escola islâmica em Sidoarjo, na província de Java Oriental. Alguns estudantes precisaram ser levados ao hospital em cadeiras de rodas devido à fraqueza.

Também houve registros de suspeitas de intoxicação alimentar em escolas de Tana Toraja, na província de Sulawesi do Sul.

Pais e professores relataram problemas nas refeições, como frango com aspecto viscoso, alimentos aparentemente malcozidos e odor de peixe. Amostras dos alimentos são analisadas para identificar possíveis contaminações.

O programa Makan Bergizi Gratis (MBG) é uma das principais políticas do presidente Prabowo Subianto e prevê alimentação gratuita para estudantes. A iniciativa movimenta bilhões de dólares e também enfrenta críticas relacionadas aos custos e acusações de corrupção.

O responsável pela unidade de distribuição de alimentos de Lasem, Achmad Sholeh Syarifudin, pediu desculpas e afirmou assumir responsabilidade pela recuperação dos estudantes e professores. A unidade anunciou avaliação das operações.

O chefe da Agência Nacional de Nutrição afirmou que, caso sejam identificadas negligência e condutas criminosas, os envolvidos serão responsabilizados.

Com informações da BBC.