A empresária Jaqueline Souza, proprietária de um salão de beleza e professora, foi encontrada morta com o corpo carbonizado na zona rural de Aporá, no interior da Bahia. O crime, registrado na sexta-feira (10), chocou moradores de Inhambupe, cidade onde ela morava e era bastante conhecida pelo trabalho e pela dedicação aos clientes e alunos.
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O corpo da vítima foi localizado no povoado Retiro de Fora, em Itamira, área rural de Aporá, a cerca de 30 quilômetros de Inhambupe. A Polícia Civil da Bahia investiga o caso e busca esclarecer a autoria e a motivação do assassinato.
Segundo relatos de pessoas próximas, Jaqueline era conhecida pelo espírito empreendedor, pela simpatia e pelo carinho com que atendia clientes e formava novos profissionais da área da beleza.
Jaqueline comandava um salão de beleza localizado na Avenida Professor Mesquita, em Inhambupe. Além de atender clientes, ela também ministrava cursos e aulas no próprio estabelecimento, ajudando a capacitar novos profissionais.
Nas redes sociais, amigos, familiares e clientes prestaram homenagens à empresária, lembrando sua alegria, determinação e dedicação ao trabalho.
Descrita como uma mulher batalhadora, vaidosa e cheia de planos para o futuro, Jaqueline conquistou reconhecimento na cidade pela forma acolhedora como tratava todos ao seu redor.
O corpo foi encontrado completamente carbonizado em uma área rural do município de Aporá, circunstância que aumentou a comoção entre familiares e moradores da região.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre suspeitos nem informou a dinâmica do crime.
Perícias foram realizadas no local onde o corpo foi encontrado, e os investigadores trabalham para reunir provas que possam levar à identificação dos responsáveis.
O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil da Bahia, que realiza diligências para esclarecer o homicídio.
Entre as linhas de investigação estão a reconstrução dos últimos passos da vítima, a análise de imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e outras provas periciais.
Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.