A CPFL Piratininga registrou crescimento nas ocorrências de interrupções de energia causadas por pipas na área de concessão das 27 cidades atendidas pela distribuidora. De janeiro a maio deste ano, foram 881 ocorrências, contra 755 no mesmo período de 2025 — aumento de 16,69%. Em Jundiaí, os casos passaram de 32 para 41, alta de 28%. Itupeva também registrou aumento expressivo, passando de 7 casos em 2025 para 12 em 2026, alta de 71,4%. Já Vinhedo apresentou queda, passando de 5 casos em 2025 para 2 em 2026, redução de 60%.
Segundo Raphael Campos, gerente de Saúde e Segurança da CPFL Energia, soltar pipas é uma brincadeira tradicional e saudável, mas quando feita perto da rede elétrica ou com o uso de cerol, torna-se um risco grave. “Nosso objetivo é conscientizar a população para que a diversão não se transforme em acidente ou em falta de energia para milhares de pessoas”, reforça.
O contato de pipas com a rede elétrica, especialmente quando é feito o uso de linha chilena ou linha revestida com cerol, pode provocar curtos-circuitos, desligamentos em larga escala e risco à segurança de quem estiver nas proximidades. A linha abrasiva também representa perigo direto a pedestres, ciclistas e motociclistas.
A Lei Estadual nº 10.860/2001 proíbe, em São Paulo, a fabricação, comercialização e uso de linha com cerol ou linha chilena. Infratores estão sujeitos a multa e, em caso de acidentes, podem responder criminalmente.
Com o início das férias escolares, a CPFL Piratininga reforça as ações do Guardião da Vida, programa de educação em segurança elétrica presente em escolas das cidades atendidas pela distribuidora. O programa inclui palestras, distribuição de material informativo e campanhas voltadas a crianças, adolescentes e suas famílias.
Orientações para a brincadeira segura:
Para comunicar ocorrências e emergências, a CPFL Piratininga disponibiliza o 0800 010 25 70