O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) supera o oposicionista Fernando Haddad (PT) em todos os cenários de primeiro e segundo turnos testados para a eleição ao Governo de São Paulo por nova pesquisa Genial/Quaest divulgada na última semana.
O atual titular do Palácio dos Bandeirantes marca 38% no primeiro turno, contra 26% do ex-ministro da Fazenda de Lula (PT). Na sequência, aparecem o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) e o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB), ambos com 5%.
Indecisos somam 13%, e brancos, nulos e declarações de não voto marcam 13%.
O quadro é semelhante em cenário alternativo que não considera a participação de Paulo Serra. Nele, Tarcísio registra 40% das intenções, Haddad, 28%, e Kim, 5%. Indecisos mantêm os 13%, e brancos, nulos e não votos são 14%.
Nessa configuração, o governador teria mais votos que os adversários somados, o que encerraria a disputa no primeiro turno. Com Paulo Serra na disputa, os rivais de Tarcísio somam 36%, empatados com ele na margem de erro.
Em eventual segundo turno entre os dois principais concorrentes ao Governo paulista, Tarcísio bate Haddad por 49% a 32%.
A pesquisa contemplou 1.650 entrevistas domiciliares e presenciais com eleitores de São Paulo de 23 a 27 de abril. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado sob o código SP-03583/2026.
Haddad e Tarcísio se enfrentaram na última eleição para governador de São Paulo, em 2022, quando o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) superou o petista.
Entre todos os nomes testados, o do ex-ministro da Fazenda de Lula é o mais rejeitado. Dizem que conhecem e não votariam nele 58%. O atual governador é rejeitado por 38%, Paulo Serra, por 31%, e Kim, por 19%.
A pesquisa indica piora na avaliação do governo Tarcísio no estado. A gestão é vista como ótima ou boa por 39%, contra 45% do levantamento anterior, de agosto de 2025. Classificam o governo como ruim ou péssimo 19% ante 15%, e o veem como regular 35% contra 29% de antes. (FP)