19 de abril de 2026
OPINIÃO

Acordo Mercosul União Europeia


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O Congresso Nacional (dos horrores) promulgou, no dia 17 de março de 2026, o decreto legislativo que ratifica o acordo de livre-comércio entre Mercosul e a União Europeia.

Com essa promulgação, a vigência provisória do acordo deve ter início em maio próximo.

Todos os países que o assinaram pensam em “tirar, de algum modo, algum proveito” dele, o que é legítimo.

O acordo Mercosul UE não estará restrito ao campo e à cidade. Dele partiremos para a discussão e para a implementação de premissas básicas e de pressupostos teóricos na educação, na cultura, no esporte, na moda, na medicina, no intercâmbio cultural, no turismo, nos transportes, na agricultura, nas artes em geral e tantas outras áreas.

Tal acordo recém aprovado é sustentado, estrategicamente, sobre cinco motivos:

O acordo enfrentará desafios e riscos, e, como tal, sempre apresentará os seus pontos fortes e também os fracos. As diferenças entre o continente do Mercosul e o da União Europeia terão de se adaptar; construindo, então, a grande metáfora, a grande simbiose madura, na qual valerá aquilo que vai unir os americanos do sul e os europeus do norte.

Para isso, deverão contar com as seguintes questões:

 Alguns números do acordo do livre-comércio:

O acordo poderá render mutuamente. Só perderá quem não ousar, quem não focar no presente por medo do futuro. Segundo Isaac Newton, “O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano”. Já, conforme Leonardo da Vinci, " Pouco conhecimento faz com que as pessoas apenas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, com que se sintam humildes".

Pode ser que estejamos caminhando para um mundo onde a geopolítica está mudando, tanto assim, que velhas potências começam a perceber que seus lugares, no mundo, começam a ser ocupados por outros integrantes que não elas.

Hoje, temos novos agentes políticos, econômicos e militares, tais como:

União Europeia, Índia, China, EUA, América do Sul, África e Rússia.

Quando falamos de blocos, precisamos ainda de nos lembrar dos BRICS, que vivem atualmente um momento de transição.

Prof. Oswaldo Fernandes foi secretário de Educação de Jundiaí