As férias de janeiro de 2026 chegam com uma programação com muita diversão nos principais espaços culturais da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Na capital, espaços como o Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa e Museu das Culturas Indígenas resgatam a essência do "brincar na rua", transformando pátios em quadras infláveis e pistas de dança.
Museu do Futebol: Entre 2 de janeiro e 1º de fevereiro, a programação acontece de terça a domingo, das 10h às 17h. Todos os dias haverá quadras infláveis, campinhos, oficinas e estações de brincadeiras que celebram o futebol de rua e a diversidade cultural presente no esporte ao redor do mundo. As atividades serão inspiradas em temas que remetem ao futebol nas ruas, à improvisação, história, ginga e copa do mundo. Entre as brincadeiras oferecidas, haverá jogos populares, oficinas de drible, pintura, grafite, dança e histórias do futebol, entre outras.
Museu da Língua Portuguesa: No dia 17, às 11h tem Grupo?Diladim?com o espetáculo Requebrando. Com direção de Lilian Martins, que assina a concepção coreógrafa com Munique Costa, a montagem cria um baile onde é possível dançar diferentes ritmos, incluindo funk.
Museu das Culturas Indígenas: Até dia 1 de fevereiro tem “Férias na TAVA: Ninmangwá Djagwareté”, com brincadeiras que retratam, de forma lúdica, a cultura indígena.
Museu Catavento
Da “Exposição Universo dos Astronautas” com linguagem acessível mostra ao público a carreira dos astronautas, revelando os desafios, treinamentos e curiosidades da vida fora do nosso planeta ao “Planetário | Férias no Catavento”, o que não falta.
O Planetário na programação de férias possibilita a divulgação científica de forma lúdica e imersiva, contribuindo para o estímulo à curiosidade, ao pensamento crítico e ao interesse pelas ciências, em especial a astronomia.
Já na “Oficina Universo: Móbile Cósmico”, a experiência lúdica e criativa inspirada no movimento cósmico, convidando o público a representar a dança dos planetas, estrelas e luas que compõem o céu. Cada participante criará seu próprio móbile cósmico com peças que se movem convidando para observar, criar e sentir o movimento do universo, unindo arte, ciência e imaginação.