11 de julho de 2026
VOCÊ É COLECIONADOR?

Exposição ‘Colecionismo: o belo, o raro, o único’ em São Paulo

Por Redação |
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DIVULGAÇÃO
Colecionar é uma prática milenar que pode ter os mais variados aspectos e motivos e que se tornou inerente a nossa sociedade

O Farol Santander São Paulo – centro de cultura, lazer, turismo e gastronomia – mantém até 14 de julho, a exposição “Colecionismo: o belo, o raro, o único", com curadoria de Carlos Faggin e Diana Malzoni. Inédita, a mostra aborda a prática e o conceito milenar de colecionar, exibindo mais de mil objetos diversos, provenientes de colecionadores particulares e instituições.

Entre as coleções estão: bandejas de faiança, de Sandra Gorski; bancos brasileiros, de Adélia Borges; bicicletas, de Marcos Perassollo; bonecos do Star Wars, de Rodrigo Moreno; canetas, de Carlos Augusto Faggin; carimbos, de Carlos Matuck; cartões postais, de Mário Figueroa; colheres, de Ricardo Marques; ex-votos, de Gilberto Sá, maquetes de arquitetura, de Marcio Mazza; máquinas de escrever, de Sergio Type; bandejas Rio de Janeiro e sanfonas, de Sergio Campos; óculos, do Museu dos Óculos Gioconda Giannini; e xícaras bigodeiras, do Instituto Ricardo Brennand.

“Esta é uma exposição que, assim como o ato de colecionar, fascina a todos os públicos. Desperta a nostalgia daqueles que conhecem e se lembram dos objetos expostos, bem como acende o interesse de quem descobre novos universos nas coleções. E ainda traz uma diversidade cultural que prezamos muito no Farol Santander”, afirma Maitê Leite, Vice-presidente institucional do Santander Brasil.

O ato de colecionar é uma atividade reconhecida já há mais de 500 mil anos, como expressão de grupos de objetos com familiaridade formal, funcional, cromática ou de constituição material. Há razões para o ato de colecionar que vão desde o desejo da preservação de objetos significativos para a vida de indivíduos ou de grupos sociais, até o extremo patológico da dificuldade de se desfazer das coisas, nisso incluído o desejo de materializar a memória.

Há sinais arqueológicos de coleções datadas de até 600 mil anos. Colecionava-se fragmentos de pedra, torrões de terra endurecidos ou de cores inusitadas, lascas de ossos, pedras ou calcários com desenhos.

“Essa exposição foi concebida para evidenciarmos e apresentarmos o belo, o raro e o único, agrupados dentro dessa arte de guardar o mundo. Praticamente todos nós já colecionamos algo em algum momento, seja na infância, com brinquedos, figurinhas, futebol de botão. É uma prática milenar que pode ter os mais variados aspectos e motivos e que se tornou inerente a nossa sociedade”, contam os curadores Carlos Faggin e Diana Malzoni.

Colecionismo: o belo, o raro, o único
Com cenografia assinada pelo arquiteto Fernando Brandão para ocupar toda a galeria do 20º andar no icônico edifício do Farol Santander São Paulo, a mostra reunirá um acervo com aproximadamente 1,1 mil peças. São itens e objetos diversos, das mais variadas épocas. Entre os mais antigos, estão os óculos pertencentes à coleção do Museu dos Óculos, de São Paulo, já que alguns dos modelos datam do século XVII. Há ainda uma série de objetos do início das primeiras décadas do século XX, como cartões postais, carimbos, bandejas, máquinas de escrever, sanfonas e bicicletas.

Serviço
Até 14/07, no Farol Santander, em São Paulo. Ingressos a partir de R$ 20.