O guarda municipal de Jundiaí, Isac Tavares dos Santos, de 57 anos, morto pelo próprio filho com um tiro no nuca, no fim de semana, na casa da família, no bairro Jaguara, em São Paulo, além de sua esposa e filha, também executadas pelo adolescente - que tem 16 anos e está apreendido da Fundação Casa - foram velados na manhã desta terça-feira (21), no Cemitério da Lapa, na Vila Leopoldina. Eles foram sepultados neste mesmo cemitério, que fica na rua Bergson, 347, às 11h30.
Guardas municipais da Divisão Florestal de Jundiaí, a que Tavares fazia parte no combate a incêndios na Serra do Japi - além de vistas para outros tipos de crimes na área da Serra -, foram em um ônibus da própria corporação, para São Paulo, acompanhar o velório, enterro prestar homenagem ao agente.
Tavares, a esposa e a filha foram mortos pelo próprio filho do casal, que era adotivo. O garoto se entregou na noite de domingo, chamando a Polícia Militar, e confessou que matou a família por causa de constantes discussões, e porque lhe tiraram o computador e o celular. Ao subinspetor Da Mata, da Guarda de Jundiaí, que esteve em São Paulo na noite de domingo, acompanhando a apresentação da ocorrência, ele relevou que também pensou na herança: "Ele me disse que os matou na sexta e ainda foi à academia no final de semana e no domingo ainda pediu uma pizza (antes de chamar a PM e se entregar). Contou ainda que, sabendo que era menor de 18 anos, não iria ficar mais de três anos apreendido e, quando saísse, os bens da família seriam dele".
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