10 de julho de 2026
BAIRRO VIOLENTO

Mercearia é invadida e furtada na Ponte São João e ladrão deixa rastro de destruição

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
JORNAL DE JUNDIAÍ
Somente para reparar a destruição Kobayashi vai gastar mais de R$ 3 mil

Um minimercado na Ponte São João, em Jundiaí, foi invadido durante a madrugada e teve o dinheiro do caixa e alguns produtos, furtados. O local foi todo vandalizado pelo bandido, que entrou pelo teto, após violar as telhas e o forro. Quando a proprietária chegou, na manhã desta segunda-feira ( 9), num primeiro momento ela pensou que os danos tivessem sido causados pelo vendaval. No entanto, ao chegar na área do caixa, encontrou tudo destruído e revirado. R$ 400 foram furtados, além de caixas de cigarro e uma garrafa de uísque. O prejuízo calculado é de quase R$ 4 mil.

Era por volta das 9 horas, quando a proprietária Eliana Divieso Munuera Gonçales abriu o estabelecimento. Neste momento ela de longe observou que, no fundo da loja, as telhas estavam violadas e as placas de isopor arrancadas, além da estrutura metálica do forro retorcida, fiação cortada e lampadas penduradas. Como estava ao telefone com o marido Marcelo kenji Kobayashi ela num primeiro momento disse a ele que provavelmente tudo teria sido causado pelo vendaval. "Eu realmente pensei que fosse por causa do vento e da chuva. Mas pelo que eu ia relatando para o Marcelo, ele logo percebeu que poderíamos ter sido furtados e pediu que eu olhasse o caixa".

O cenário foi desolador. "Estava tudo revirado, jogado no chão, destruído. O dinheiro havia sido levado, assim como as caixas de cigarro", lamentou ela, que completou. "Então fui na parte de trás, na cozinha, e a situação era ainda pior".

A reportagem do Jornal de Jundiaí esteve no local e conferiu os estrados, enquanto uma equipe da PM do 49º Batalhão fazia o registro da ocorrência. O cenário realmente era de sujeira e vandalismo. Uma mesa de metal, inclusive, ficou amassada ao ser usada como base de apoio pelo bandido ao descer do teto.

Mesmo diante da situação deplorável, Eliana e Kobayashi atendem aos clientes nesta manhã normalmente, para que o prejuízo não se torne ainda maior. "Além do dinheiro do caixa, o cigarro e a bebida, vou ter que mandar reformar o teto e forro. Calculo um prejuízo de mais de R$ 3 mil, além do que foi furtado", lamentou. "Esse bairro está numa situação crítica".

Além do BO/PM, as vítimas vão registrar Boletim de Ocorrência no 3º DP, que fica no quarteitão ao lado. Um boné, deixado no local pelo ladrão, será entregue à polícia.