11 de julho de 2026
ESTUPRADOR

Justiça mantém condenação do músico Daniel Busanelli por estuprar criança de 11 anos

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
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A condenação do músico foi comunicada também à Interpol

A Justiça manteve a condenação de 9 anos de prisão por estupro de vulnerável, do músico jundiaiense Daniel Busanelli, por ele ter violentado sexualmente uma criança de 11 anos, em abril de 2018, em Jundiaí. A vítima, que era amiga de sua filha, havia ido à sua casa para passar o final de semana, ocasião em que o crime foi cometido. A menina contou aos seus pais o que havia acontecido com ela, e a família o denunciou à Polícia Civil.

O caso ficou sob responsabilidade da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e, após investigações, ele foi preso em maio do mesmo ano. Ele acabou sendo solto. A acusação recorreu e ele acabou sendo condenado em 2ª Instância a mais de 9 anos, decisão da qual ele recorreu, levando o caso à última instância da Justiça.

Agora, em decisão definitiva, a condenação foi mantida, estando ele considerado foragido da Justiça. Com a suspeita de que ele esteja morando fora do Brasil, sua condenação foi comunicada também à Interpol, para que ele possa ser preso também no exterior.

COMEMOROU

A decisão foi comemorada pela investigadora-chefe da DDM, Lilian Picchi, que na ocasião chefiou as investigações, sob coordenação da delegada Maria Beatriz de Carvalho. "A justiça foi feita pela vítima, que durante um bom tempo ficou sendo acusada de mentirosa", disse ela. "Infelizmente ele está foragido, mas com o nome dele na Interpol, logo ele será preso".

RELEMBRE O CASO

No final de abril a vítima foi até a casa da amiguinha para passar o final de semana. Na ocasião o músico, pai da amiga, a estuprou. Ela contou aos pais, que o denunciaram.

A DDM investigou e, com indícios claros de que o crime havia sido cometido, prendeu Busanelli no dia 16 de maio.

Em dezembro do mesmo ano ele foi inocentado do crime.

O Ministério Público recorreu e, no ano seguinte, a decisão foi reformada e ele foi condenado.

Ele recorreu de sua condenação e levou o caso à instância máxima, o Supremo Tribunal Federal (STF), que agora ratificou a condenação.