07 de setembro de 2026
ATAQUE EM FRANCA

'Não me sinto seguro', diz cabeleireiro após carro ser incendiado

da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Redes Sociais
Carro de cabeleireiro ficou destruído após ataque

O cabeleireiro Guilherme Avelino, que teve o carro incendiado de forma criminosa na noite de sexta-feira, 4, no Jardim São Vicente de Paulo, em Franca, decidiu tornar público o caso. Nesta segunda-feira, 7, ele publicou um vídeo nas redes sociais em que afirma estar abalado e temer pela própria segurança.

“Eu pensei bastante se iria publicar isso ou não, mas eu acho muito importante. Eu não estou me sentindo seguro. Sexta-feira eu trabalhei o dia todo, inclusive, o salão estava cheio e alguém mandou… atearam fogo no meu carro!”, afirmou.

O ataque foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram dois homens caminhando pelas ruas do bairro. Um deles carrega um galão e, pouco depois, aproxima-se do Jeep de Guilherme, que estava estacionado.

O suspeito despeja um líquido sobre o veículo e ateia fogo. As chamas rapidamente atingem a parte dianteira do Jeep. Depois, os dois homens fogem a pé.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou o incêndio, mas a parte frontal do veículo ficou destruída.

A Polícia Militar também esteve no local e a ocorrência foi registrada. Até o momento, não há informação sobre a identificação ou localização dos dois homens que aparecem nas imagens.

'Não me sinto seguro'

No vídeo publicado nesta segunda-feira, Guilherme relata o impacto do episódio desde a noite do incêndio.

“Eu já fiz todos os trâmites possíveis… Estou perplexo, à base de remédio desde sexta e preciso voltar à minha rotina e eu não me sinto seguro.”

O cabeleireiro afirma desconhecer o que teria motivado o ataque. Ele também manifesta preocupação em descobrir se houve um mandante, hipótese que ainda depende da investigação policial.

“Estou preocupado e não sei de que forma resolver isso… De que maneira encontrar quem mandou fazer isso.”

A motivação e as circunstâncias do incêndio são investigadas pela polícia. Informações que possam contribuir para a identificação dos suspeitos podem ser repassadas pelos telefones 181, 190 ou 197.