O Magazine Luiza inaugurou nesta segunda-feira, 27, o auditório “Tia Luiza”, na loja 1, no Centro de Franca. O espaço homenageia a fundadora Luiza Trajano Donato, que morreu em fevereiro de 2024, aos 97 anos, e foi criado para preservar e compartilhar a trajetória da empresa, fundada há 69 anos e atualmente com mais de 1.300 lojas em todo o Brasil.
O auditório reúne uma galeria que apresenta a evolução do Magazine Luiza desde a inauguração da primeira unidade. O ambiente destaca campanhas que marcaram a história da rede e oferece recursos interativos, como QR Codes que direcionam os visitantes ao Museu Vivo do Magalu.
Além de preservar a memória da empresa, o auditório terá papel estratégico na rotina do grupo. O local receberá diariamente as reuniões matinais das equipes, sediará o Rito de Comunhão às segundas-feiras, transmitirá a TV Luiza às quintas-feiras e também será utilizado para treinamentos de gerentes, diretores, executivos e colaboradores de diversas regiões do país.
A cerimônia de inauguração reuniu gerentes de diferentes setores, clientes, colaboradores, ex-funcionários e o gerente da loja 1, Luciano Marques.
Idealizador do projeto, Marques afirmou que o auditório representa uma homenagem aos fundadores da empresa. “O espaço leva o nome de auditório Tia Luiza. É uma homenagem aos fundadores, em especial à nossa amada Tia Luiza, que trabalhou duro. Uma história de muito trabalho, de muita luta, de muita honestidade e ética”, declarou.
Segundo ele, o espaço também estará aberto para visitação da população. “É uma linha do tempo que conta desde a inauguração até os dias de hoje. Tem algumas fotos memoráveis, algumas campanhas que ficaram marcadas para a história, como ‘Liquidação Fantástica’, ‘Só Amanhã’, entre outras”, explicou.
O ex-diretor da empresa João Bosco Stefano Cordeiro também participou da solenidade e relembrou a influência de Luiza Trajano Donato em sua trajetória profissional. Contratado por ela em 1974, Bosco permaneceu na empresa por 42 anos.
“Comecei como vendedor. Ela, Luiza Trajano, dava bom dia a todos, todos os dias. Se a gente não respondia, ela pedia para a gente voltar e dar bom dia também. Ela não nos ensinou só a fazer matemática, mas a desenvolver a humanização. Fui gerente de vendas, gerente de compras e diretor comercial, ela me transformou como pessoa e como profissional”, relatou.