A transformação econômica de uma cidade é resultado de planejamento, posicionamento e da capacidade de antecipar o que o mercado vai exigir — não hoje, mas daqui a cinco ou dez anos.
É com essa lógica que a Smart City Franca foi concebida. O empreendimento combina desenvolvimento urbano, conectividade e espaços voltados à atividade empresarial, estruturado para receber operações logísticas, centros de distribuição, empresas de tecnologia, serviços especializados, comércio eletrônico e atividades industriais de baixo impacto. São aproximadamente 400 mil metros quadrados dedicados a esse propósito, parte de um megacomplexo que somará mais de 1,3 milhão de metros quadrados de área loteável na zona Sul da cidade.
Localização estratégica, facilidade de acesso e integração entre diferentes atividades econômicas tornaram-se fatores decisivos de competitividade. A Smart City Franca é margeada pela Rodovia Prefeito Fábio Talarico (SP-345), com conexão direta à Cândido Portinari e às principais rotas logísticas que ligam Franca a Barretos, São José do Rio Preto e Campo Grande, além de Passos, Belo Horizonte e o litoral do Espírito Santo e, claro, São Paulo. O empreendimento está a 10 minutos do aeroporto estadual e a 15 minutos do Centro.
O projeto prevê flexibilidade para diferentes modelos de ocupação: as empresas podem desenvolver estruturas próprias ou utilizar espaços projetados conforme suas necessidades.
Para Miguel Retuci, diretor da Foco Gestão & Planejamento Imobiliário, essa flexibilidade é parte central da concepção. "A gente acredita que empresa cresce quando encontra estrutura para trabalhar bem. A Smart City nasceu com essa visão: oferecer um ambiente preparado para quem quer produzir, distribuir, vender e continuar expandindo seus negócios", afirma.
A digitalização, a expansão dos marketplaces, a descentralização de operações e o crescimento da demanda por entregas rápidas redesenharam as exigências das empresas em relação ao espaço onde operam. Nesse contexto, cresce a procura por empreendimentos que reúnam infraestrutura física, conectividade e potencial de expansão em um mesmo ambiente.
A Smart City Franca avança alinhada a essa tendência: um espaço para empresas que enxergam a logística não apenas como suporte operacional, mas como parte estratégica do negócio. A presença de centros de distribuição, hubs de e-commerce, serviços corporativos e atividades tecnológicas reforça essa proposta de integração.
A chegada da Smart City coincide com um programa municipal de incentivos voltado à atração de investimentos e geração de empregos, abrangendo logística, centros de distribuição, indústrias e empresas de serviços. A legislação prevê isenção de IPTU, isenção de ITBI em condições estabelecidas por lei, redução da alíquota de ISSQN e isenção de taxas de licenciamento — benefícios condicionados à análise de cada projeto.
Ana Laura Retuci, diretora da Foco Gestão & Planejamento Imobiliário, enxerga nessa convergência um diferencial real. "Os movimentos mais relevantes de desenvolvimento econômico acontecem quando planejamento urbano, infraestrutura e atração de investimentos caminham juntos. A Smart City foi concebida para atender essa lógica, criando um ambiente capaz de conectar crescimento empresarial, inovação e geração de oportunidades para a cidade", diz.
O projeto vai além do eixo produtivo. A concepção da Smart City incorpora uma visão urbanística integrada que reserva espaço para vida, convivência e natureza — com núcleos residenciais planejados, lotes abertos e setores de acesso controlado, além de áreas de comércio e serviços.
A paisagem foi desenhada com atenção à arborização e ao aproveitamento dos elementos naturais da propriedade. Um parque linear ao longo de mata existente e curso d'água cria uma faixa verde contínua que conecta os diferentes setores do empreendimento. Vias-parque, ciclovias e áreas de estar compõem esse sistema de espaços abertos.
O projeto prevê praça central, quadras poliesportivas e de beach tennis, academia ao ar livre, playgrounds, um Centro Popular de Esportes e Lazer (CEPEL) e street malls com paisagismo integrado. Ruas otimizadas, iluminação inteligente, monitoramento por câmeras, Wi-Fi público e sistemas digitais de manutenção urbana completam a infraestrutura. A proposta é um lugar onde seja possível viver, trabalhar e prosperar com qualidade de vida e uma escala humana raramente encontrada em novos empreendimentos do interior paulista.