31 de maio de 2026
INVESTIMENTOS

Smart City reforça nova fase de desenvolvimento de Franca

Por | da Redação
| Tempo de leitura: 3 min
Sampi/Franca
Divulgação
Imagem artística mostra como ficará a Smart City Franca: vida integrada com espaços para trabalho, moradia e lazer

A transformação econômica de uma cidade é resultado de planejamento, posicionamento e da capacidade de antecipar o que o mercado vai exigir — não hoje, mas daqui a cinco ou dez anos.

É com essa lógica que a Smart City Franca foi concebida. O empreendimento combina desenvolvimento urbano, conectividade e espaços voltados à atividade empresarial, estruturado para receber operações logísticas, centros de distribuição, empresas de tecnologia, serviços especializados, comércio eletrônico e atividades industriais de baixo impacto. São aproximadamente 400 mil metros quadrados dedicados a esse propósito, parte de um megacomplexo que somará mais de 1,3 milhão de metros quadrados de área loteável na zona Sul da cidade.

Infraestrutura como diferencial competitivo

Localização estratégica, facilidade de acesso e integração entre diferentes atividades econômicas tornaram-se fatores decisivos de competitividade. A Smart City Franca é margeada pela Rodovia Prefeito Fábio Talarico (SP-345), com conexão direta à Cândido Portinari e às principais rotas logísticas que ligam Franca a Barretos, São José do Rio Preto e Campo Grande, além de Passos, Belo Horizonte e o litoral do Espírito Santo e, claro, São Paulo. O empreendimento está a 10 minutos do aeroporto estadual e a 15 minutos do Centro.

O projeto prevê flexibilidade para diferentes modelos de ocupação: as empresas podem desenvolver estruturas próprias ou utilizar espaços projetados conforme suas necessidades.

Para Miguel Retuci, diretor da Foco Gestão & Planejamento Imobiliário, essa flexibilidade é parte central da concepção. "A gente acredita que empresa cresce quando encontra estrutura para trabalhar bem. A Smart City nasceu com essa visão: oferecer um ambiente preparado para quem quer produzir, distribuir, vender e continuar expandindo seus negócios", afirma.

Um projeto alinhado à nova dinâmica empresarial

A digitalização, a expansão dos marketplaces, a descentralização de operações e o crescimento da demanda por entregas rápidas redesenharam as exigências das empresas em relação ao espaço onde operam. Nesse contexto, cresce a procura por empreendimentos que reúnam infraestrutura física, conectividade e potencial de expansão em um mesmo ambiente.

A Smart City Franca avança alinhada a essa tendência: um espaço para empresas que enxergam a logística não apenas como suporte operacional, mas como parte estratégica do negócio. A presença de centros de distribuição, hubs de e-commerce, serviços corporativos e atividades tecnológicas reforça essa proposta de integração.

Franca fortalece ambiente favorável aos investimentos

A chegada da Smart City coincide com um programa municipal de incentivos voltado à atração de investimentos e geração de empregos, abrangendo logística, centros de distribuição, indústrias e empresas de serviços. A legislação prevê isenção de IPTU, isenção de ITBI em condições estabelecidas por lei, redução da alíquota de ISSQN e isenção de taxas de licenciamento — benefícios condicionados à análise de cada projeto.

Ana Laura Retuci, diretora da Foco Gestão & Planejamento Imobiliário, enxerga nessa convergência um diferencial real. "Os movimentos mais relevantes de desenvolvimento econômico acontecem quando planejamento urbano, infraestrutura e atração de investimentos caminham juntos. A Smart City foi concebida para atender essa lógica, criando um ambiente capaz de conectar crescimento empresarial, inovação e geração de oportunidades para a cidade", diz.

Mais do que um polo empresarial, uma "cidade" para viver

O projeto vai além do eixo produtivo. A concepção da Smart City incorpora uma visão urbanística integrada que reserva espaço para vida, convivência e natureza — com núcleos residenciais planejados, lotes abertos e setores de acesso controlado, além de áreas de comércio e serviços.

A paisagem foi desenhada com atenção à arborização e ao aproveitamento dos elementos naturais da propriedade. Um parque linear ao longo de mata existente e curso d'água cria uma faixa verde contínua que conecta os diferentes setores do empreendimento. Vias-parque, ciclovias e áreas de estar compõem esse sistema de espaços abertos.

O projeto prevê praça central, quadras poliesportivas e de beach tennis, academia ao ar livre, playgrounds, um Centro Popular de Esportes e Lazer (CEPEL) e street malls com paisagismo integrado. Ruas otimizadas, iluminação inteligente, monitoramento por câmeras, Wi-Fi público e sistemas digitais de manutenção urbana completam a infraestrutura. A proposta é um lugar onde seja possível viver, trabalhar e prosperar com qualidade de vida e uma escala humana raramente encontrada em novos empreendimentos do interior paulista.