Esta sexta-feira marca a primeira ocorrência da temida Sexta-feira 13 neste ano. Diferente de 2025, que teve apenas uma data como esta, 2026 terá três: em fevereiro, março e novembro, algo que não acontecia desde 2015.
Para muitos, o dia é motivo de medo - uma fobia chamada parascavedecatriafobia -, mas para outros, é apenas folclore. Não há comprovação científica de que a data traga má sorte, mas o imaginário popular segue forte.
A má fama da data é uma mistura de narrativas religiosas e cultura pop.
Nem sempre a sexta-feira foi temida. Antigamente, entre povos nórdicos e germânicos, o dia era ligado ao sagrado feminino. O nome em inglês, "Friday", vem de Frigg (ou Freyja), deusa do amor, maternidade e fertilidade.
Nessas culturas, a sexta-feira era um dia de sorte para casamentos, e o número 13 era reverenciado por sua ligação com os ciclos lunares e menstruais.
Enquanto no Brasil evita-se passar debaixo de escadas, quebrar espelhos (7 anos de azar) e cruzar com gatos pretos, em outros lugares o "dia do azar" é diferente, como por exemplo:
Por outro lado, há quem desafie o azar. A cantora Taylor Swift transformou o 13 em seu número da sorte, e famosos como Isis Valverde escolheram a data para se casar. No fim das contas, tudo depende de em qual crença você irá acreditar.