09 de julho de 2026
PREFEITURA

'É pra acabar com o pequi', diz vereador sobre terceirizadas

Por N. Fradique | da Redação
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N. Fradique/GCN
Della Motta, na Tribuna, durante sessão desta terça-feira

Os vereadores de Franca que utilizaram a Tribuna durante a sessão da Câmara nesta terça-feira, 13, abordaram alguns problemas como furtos de fiação e registros de água na zona Oeste de Franca; transferência dos cursos que funcionam no prédio do Champagnat, que está com sua estrutura comprometida; e atraso de salários por parte da empresa contratada pela Prefeitura aos funcionários da área de limpeza da Saúde.

Gilson Pelizaro (PT) disse que o número de furtos de relógios de água em prédios públicos vem aumentando na região Oeste da cidade. Ele defende a contratação de novos guardas civis municipais que poderiam ajudar na segurança desses locais, como UBS e quadras esportivas, alvos dos vândalos. Depois, o parlamentar disse que a Prefeitura teria iniciado um estudo para a transferência do Cesum (Centro de Ensino Supletivo Municipal) do Champagnat, semana passada, mas "parece que isso não andou".

Della Motta (Podemos) denunciou que os funcionários das empresas terceirizadas pela Prefeitura estão com os salários atrasados. “Trabalharam três meses corretamente (a empresa), depois o pagamento que seria no quinto dia útil passou a perder de vista. O pior são os vales refeição e alimentação, aí é pra acabar com 'o pequi do Goiás'”, disse o vereador, informando que o contrato entre Prefeitura e a empresa vence em novembro, mas já foi renovado. “Ninguém está nem aí”.
 
Daniel Bassi (PSD) disse que vai acompanhar de perto a obra de ampliação do IML (Instituto Médico Legal) de Franca, que estaria com seu cronograma atrasado. “É uma dos maiores investimento em Franca pelo Estado, com orçamento em cerca de R$ 15 milhões. Vou ver como está o cronograma da obra importante para a cidade”.