09 de julho de 2026
MORADIA

Franca terá 79 cartas de crédito do programa ‘Casa Paulista’; saiba mais

Por Giselle Hilário | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Governo de São Paulo
Tarcísio de Freitas: 'Estamos dando acesso a famílias que ganham entre 1 e 3 salários mínimos e que jamais teriam acesso a habitações de determinado padrão'

Franca recebeu 79 cartas de crédito do programa “Casa Paulista” para que famílias com renda de até três salários mínimos possam ter a sua casa própria. As cartas são da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), e foram distribuídas por dois empreendimentos no município, no valor de R$ 11 mil.

São eles:

O anúncio da quarta etapa do programa aconteceu na manhã da última terça-feira (16), no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador Tarcísio de Freitas, do secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, e  autoridades.

“Estamos dando acesso a famílias que ganham entre um e três salários mínimos e que jamais teriam acesso a habitações de determinado padrão. Com isso, elas podem comprar, realizar este sonho e conquistar, com o subsídio, que alavanca muitas vezes o investimento”, destacou o governador.

O Estado disponibiliza cartas de crédito de R$ 10 mil a R$ 16 mil, dependendo da localização do imóvel, para facilitar a compra da casa própria diretamente com a construtora/incorporadora e sem a necessidade de participar de sorteios. O benefício é destinado a famílias que possuem renda mensal de um a três salários mínimos.

Com a redução do valor da entrada, é facilitado o acesso ao financiamento pela Caixa Econômica Federal, banco que contrata os empreendimentos que recebem o aporte do Casa Paulista e que analisa a viabilidade de financiamento aos possíveis compradores.

Critérios de prioridade
O Governo de São Paulo estabeleceu critérios técnicos e objetivos para priorizar empreendimentos que se melhor se enquadram nas políticas públicas de redução do déficit habitacional.

A análise leva em conta fatores como presença de área de risco na região dos projetos; análises de inadequação habitacional; locais com baixas taxas de desenvolvimento humano; municípios com baixa ou nenhuma participação no programa; análise de demandas das prefeituras; e priorização de obras não iniciadas e da capacidade de entrega das construtoras.