15 de março de 2026
PRESO

Agiota foragido é preso pela Força Tática em motel de Franca; VÍDEO

da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Policiais flagraram agiota Ronny Hernandes Alves dos Santos em motel na rodovia Franca-Restinga

Ronny Hernandes Alves Dos Santos, de 38 anos, foi preso pela equipe da Força Tática na noite desta sexta-feira, 15, em um motel em Franca na rodovia que liga a cidade a Restinga. Ele estava foragido da Justiça, e é acusado de envolvimento com um quadrilha de agiotagem que atuava em Franca, que foi desmantelada no final do mês passado.

Segundo informações da PM, após receber denúncias sobre o paradeiro do Ronny, a equipe se deslocou para um motel, e encontrou o suspeito no local juntamente com outro homem. A polícia constatou que tratava-se do foragido. Ronny não apresentou nenhuma reação durante a prisão.

Diante dos fatos, o acusado de agiotagem foi encaminhado à CPJ (Central de Polícia Judiciária), onde foi apresentado à autoridade policial de plantão e será recolhido ao sistema prisional.

Envolvimento com quadrilha de agiotas
Ronny Hernandes estava com a prisão preventiva decretada pela Justiça após a denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) por envolvimento com agiotagem no município.

Ele é um dos sete acusados de integrar uma quadrilha que agia com violência nos negócios de agiotagem, inclusive com a participação de um ex-policial civil, Rogério Camillo Requel.

Segundo as investigações, Ronny atuava na área de empréstimos de forma prioritária e divulgava os serviços de agiotagem em suas redes sociais. Também fazia as cobranças dos devedores inadimplentes, realizando ameaças, inclusive de morte.

Os promotores do MP informaram que essa organização criminosa era formada por núcleos familiares. Os agiotas são tios e sobrinhos, sendo que cada um tinha uma função específica no esquema. Segundo o Gaeco, era usado capital próprio dos membros da quadrilha para movimentar a organização.

Ainda segundo o Gaeco, a quebra das contas bancárias dos investigados mostrou uma movimentação aproximada de R$ 36 milhões nos últimos três anos.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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