A solução para o congestionamento no trânsito nas alças de acesso da Rodovia Cândido Portinari, entre a zona Oeste e Norte de Franca, ganhou mais um capítulo.
Segundo o vereador Gilson Pelizaro (PT), que esteve em uma reunião com Milton Roberto Persoli, presidente da Artesp (Agência Reguladora de Serviço de Transporte do Estado de São Paulo), em São Paulo, representando a Câmara Municipal, há entraves por parte do Estado e da concessionária.
“Qualquer alteração que precise ser feita ao longo do trecho que é administrado por essa concessionária (Arteris) só tem dois jeitos de fazer: um através de aumento de pedágio, e outro é esticar (aditamento) o prazo do contrato proporcional ao valor das obras”.
A revisão contratual entre Estado e empresa acontece a cada quatro anos. “Nós não fomos pedir uma revisão contratual, muito menos aumentar pedágio e muito menos esticar o contrato”, disse o parlamentar.
Diante disso, a própria Prefeitura pode tentar viabilizar um projeto para intervenções no trecho com recursos próprios, como abertura de uma alça na rua Voluntário Adriano Cintra, aos fundos da Vila Santa Luzia, com acesso à rodovia e a extensão de uma marginal e uma passagem por baixo da rodovia com acesso ao Jardim Tropical/Guanabara. Mesmo assim, a Prefeitura teria que ter a autorização do órgão.
O trecho entre os viadutos do Distrito Industrial, Vila São Sebastião, Jardim Guanabara e Vicente Leporace são os mais afetados nos horários de pico.
A reportagem procurou a Prefeitura de Franca para saber sobre o projeto que Secretaria de Infraestrutura está elaborando para aquele trecho da rodovia e o valor estimado, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.