Assassinada no fim da manhã desta quarta-feira, 26, na garagem de sua casa, no bairro São Joaquim, a vendedora autônoma Érica Aparecida Cardoso, 40 anos, tinha uma dívida com um agiota, de acordo com um cunhado da vítima. A polícia já investiga o caso como um acerto de contas.
O policial aposentado Jarbas José do Nascimento, 56, foi o único familiar a dar declarações à imprensa após o crime, ocorrido na garagem da residência de Érica, na rua Elias Nassif Sobrinho, e confirmou a informação. “Não sabemos o tamanho da dívida, mas ela já havia sofrido ameaças”, disse.
O crime aconteceu às 11h05, e foi flagrado por uma câmera de segurança de uma casa vizinha. Érica chegou com seu carro e, logo ao abrir o portão, um homem se aproxima com uma motocicleta, levando nas costas uma mochila de entregador. Ele desce rapidamente e já aponta a arma - provavelmente uma pistola - em direção à vítima, efetuando os disparos. Não houve qualquer reação da mulher.
Por pouco o criminoso não fica preso na garagem, uma vez que Érica, na tentativa de se defender, acionou o fechamento do portão automático. O filho da mulher, de 12 anos, estava dentro de casa dormindo e acordou assustado com o barulho dos tiros.
A Polícia Civil já investiga o caso, através da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Os trabalhos estão sob o comando do delegado Márcio Murari.