10 de julho de 2026
SEM ASFALTO

Após cobrar DER e outros órgãos do Estado, deputado aciona MP sobre ‘atoleiro’

Por N. Fradique | Da redação
| Tempo de leitura: 2 min
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Trecho da Rio Negro e Solimões interditado por causa do lamaçal: transtornos aos usuários da estrada

A pavimentação da estrada velha Franca/Batatais – Rionegro e Solimões – foi prometida pelo ex-governador de São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB), mas não sai do papel. Enquanto a obra não começa, os moradores da região e pessoas que precisam utilizar a estrada sofrem com a lama. Um trecho da via se tornou um atoleiro e acabou interditado.

Depois de cobrar uma solução junto ao DER (Departamento de Estradas e Rodagens), à Secretaria de Meio Ambiente e à Secretaria de Infraestrutura do Estado, em 17 de março, o deputado estadual por Franca, Guilherme Cortez (PSOL), acionou o Ministério Público do Estado de São Paulo, nesta quinta-feira, 13, para que se faça um serviço e a estrada seja liberada. O deputado também cobra uma investigação sobre a obra de asfaltamento, anunciada no começo deste ano.

Desde o dia 14 de março deste ano, os moradores daquela região encontram-se "ilhados" devido à interdição da estrada, acesso principal ao bairro partindo do Aeroporto de Franca, a quatro quilômetros de distância. Devido às fortes chuvas, a estrada que é de terra tornou-se um lamaçal que impede o tráfego de veículos.

“É necessário destacar, também, que a pavimentação da rodovia Rionegro e Solimões é reconhecida pelo Poder Público local e estadual. Graças à morosidade do Estado, a população francana está sendo privada de direitos como de livre circulação, acesso a mecanismos de saúde, educação, saneamento (coleta de lixo), tornando ainda mais urgente a necessidade de resolução da interdição da rodovia”, disse Guilherme Cortez.

O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) esteve no trecho crítico da estrada no começo desta semana buscando uma solução junto ao DER. “Nós conversamos com os responsáveis do DER para poder discutir uma solução. Vai fazer uma sondagem para saber qual o tamanho do rachão – pedras que funcionam como drenos - que serão colocados no local. Uma empresa vai apresentar os custos ao DER para ajustar esse espaço da rodovia”, disse o prefeito de Franca.