11 de julho de 2026
SAÚDE

Espera por vagas na Cross cai 53% após reformulações, diz Santa Casa

Por Jéssica Reis | da Redação
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Divulgação
Santa Casa afirma ter ampliado novas vagas de leito provisório, além de medidas de desospitalização, para aumentar a disponibilidade de atendimentos e leitos

O Grupo Santa Casa de Franca anunciou que tomou medidas de desospitalização, para conseguir liberar vagas em sesu hospitais para diminuir a fila de espera de pacientes aguardando internação.

Através de uma atuação em conjunto do Ministério Público, da Santa Casa, da Prefeitura de Franca e do DRS (Departamento Regional de Saúde), 12 pacientes de longa permanência foram transferidos, criando novas vagas, e com isso, nos últimos dias a quantidade de pacientes esperando na Cross (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde) caiu 53%, passando de 43 para 17 pacientes, em média.

A entidade comunicou também que já havia ampliado nove vagas provisórias no Pronto-socorro do Hospital Central Santa Casa (PMP), bem como no Pronto-socorro do Hospital do Coração (PA/HCOR), com recursos próprios da instituição.

O Grupo informou ainda que também foi enviada aos Gestores SUS proposta de abertura de novos leitos, uma para 50 novos leitos, sendo 10 para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 40 para enfermaria. Além de um segundo documento com a solicitação de 10 leitos de enfermaria, que chegaram a ser anunciados como leitos imediatos, no dia 27 de março.

"Novos leitos de internação hospitalar fixos dependem de investimento e custeio para equipes médicas e assistencial, além de novos equipamentos para funcionamento adequado", observou, via nota.

Segundo a instituição, em relação ao convênio com a Uni-Facef no espaço do Hospital do Coração, é destacado que o mesmo atende exclusivamente a pacientes do  SUS, auxiliando na qualidade assistencial e contribuindo para o não agravamento das doenças, e consequentemente diminuindo  as urgências e emergências, e em especial as internações.

Na semana passada, o vereador Gilson Pelizaro (PT) questionou a utilização do espaço que pode ser usado como leitos de internação para o ambulatório-escola da universidade.