Um morador do Jardim Francano entrou em contato com o GCN para reclamar de um terreno próximo a sua casa, que há mais de um ano está abandonado, segundo ele. Com mato alto, cheio de insetos e bichos, além do lixo que começou a se acumular, o terreno, que fica na esquina da rua Patrocínio Paulista com a rua Mario Mazini, virou o terror da vizinhança.
"Essa noite eu não dormi, pois entrou uma ratazana na minha casa. Não sabemos mais o que fazer", disse o microempreendedor Fransérgio Almeida Barbosa, de 34 anos.
A situação para o francano ficou ainda mais revoltante quando foi formalizar sua reclamação na Vigilância Sanitária, e a resposta não foi a que ele esperava. "Tem reclamações de quase um ano lá feitas pelo pessoal do edifício próximo ao terreno, e nada foi feito. Eles ainda me pediram um prazo de 6 meses a um ano. É um absurdo", conta ele, revoltado.
Ele questionou a demora do trâmite e a burocracia. "Perguntei se poderia jogar um veneno chamado Roundup, mas disseram que eu posso ser multado se jogar. Perguntei por que não limpam e mandam a conta para o dono, mas disseram que não podem, porque o dono pode alegar invasão de propriedade. Eles já fizeram auto de infração e mesmo assim não adianta nada. Ficamos a mercê de um dono de terreno irresponsável", disse.
Outro lado
A Vigilância Ambiental informa que o proprietário do terreno já foi autuado para efetuar a limpeza do terreno, e está dentro do prazo estabelecido pela legislação municipal de 10 dias. Caso descumpra a autuação, será então multado.