A empresa contratada pela Prefeitura de Franca para apresentar uma solução para o congestionamento no trânsito da rotatória que dá acesso ao Distrito Industrial já começou os trabalhos. A empresa Tranzum Planejamento e Consultoria de Trânsito, com sede em São Paulo, ganhadora da licitação, tem prazo de 180 dias para concluir o estudo.
A rotatória em questão fica logo após o pontilhão do Bairro São Joaquim, compreendendo as avenidas Elias Abraão, Rio Amazonas, Santos Dumont, Severino Tostes Meirelles e Wilson Sábio de Melo.
Os profissionais e técnicos da empresa estiveram na rotatória nesta terça-feira, 7, realizando medição de microssimulações de tráfego e contagem semafóricas. “A empresa fez uma reunião com nossa secretaria e com o prefeito (Alexandre Ferreira/MDB) na semana passada, e nessa semana, os técnicos já estão trabalhando no local para acharem a melhor alternativa que possa resolver o problema naquela rotatória, que é um dos locais mais complexos da nossa cidade”, disse o secretário de Segurança do Município, Marcus Araújo.
Apesar de a empresa contar com um longo prazo para apresentar uma alternativa para melhorar o fluxo no local, que atinge toda a região da zona Oeste da cidade, o projeto pode ser concluído antes do previsto. “A empresa tem um prazo de 180 dias para apresentar a proposta, mas conforme eles disseram, já na reunião da semana passada, que pretendem apresentar o resultado para que sejam viabilizadas as melhorias no local dentro de 60 dias”, acrescentou o secretário.
Franca apresenta um trânsito caótico em vários pontos, principalmente nos horários de pico. Há registros de congestionamentos de quilômetros com motoristas gastando até 30 minutos para percorrer determinados trechos de vias na cidade.
Outros pontos críticos da cidade são as rotatórias nas junções das avenidas Adhemar de Barros com a Avenida Brasil e Adhemar de Barros com a Avenida Hélio Palermo; na região do Galo Branco; além das alças ao longo da rodovia Candido Portinari que dão acesso aos bairros no trecho de perímetro urbano. “Vamos contratar outras empresas para realizar o mesmo tipo de estudo em vários outros locais problemáticos na nossa cidade”, concluiu Araújo.
O teto da licitação proposta pela Prefeitura era de R$ 255 mil, mas a empresa contratada fará o estudo por R$ 149 mil, o que representa 42% a menos.