10 de julho de 2026
CONFIRMADO

Empresa confirma que Elize Matsunaga é motorista de aplicativo e tem desempenho elogiado

Por | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Motorista Elize Araujo Giacomini em notificação do aplicativo Maxim

A notícia de que Elize Matsunaga, condenada pelo assassinato e esquartejamento do marido em 2012, crime pela qual foi condenada e cumpriu dez anos de prisão, estaria trabalhando como motorista de aplicativo em Franca, gerou grande repercussão nas redes sociais. A empresa responsável pelo aplicativo, a Maxim, confirmou que a motorista está cadastrada na plataforma e atua como motorista de aplicativo. No aplicativo, Elize Matsunaga usa o nome de solteira – Elize Araujo Giacomini.

Segundo a empresa, Elize passou pelo processo de cadastramento e seleção de parceiros, cumprindo os requisitos exigidos pela legislação, que incluem a apresentação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com os requisitos necessários e documentação regular do veículo, além de boa conduta dentro das regras do aplicativo.

Desde que iniciou suas atividades no início deste ano, Elize não recebeu qualquer reclamação ou notificação sobre sua conduta no aplicativo. É também bem avaliada pelos usuários. A empresa ressaltou que sua política é agir de acordo com a lei e acredita na ressocialização do indivíduo, além de defender o direito ao trabalho, previsto na Constituição Federal.

Repercussão e polêmica
A situação gerou polêmica entre os usuários do aplicativo e forte repercussão, com reações positivas e negativas entre a população. Algumas pessoas questionaram a segurança de se ter uma pessoa com antecedentes criminais trabalhando como motorista de aplicativo, enquanto outras defendem o direito ao trabalho de Elize após cumprir sua pena. 

“Nada mais que justo ela recomeçar a sua vida, já perdeu tudo de mais precioso que é a guarda das filhas dela. Vive sozinha na cidade sendo criticado o tempo todo, mas lembrando que todo lado existe as duas versões; ela sofreu agressões e humilhações pela parte do marido. Coitada, quem aguenta???? Ela surtou! Relacionamento abusivo uma hora da nisso. Torço para que ela refaça mesmo sua vida”, apoiou Daay Rodrigues, em comentário na página do portal GCN/Sampi.

“Ele (o marido assassinado) vai poder recomeçar a vida de novo ou só ela? Isso não é Justiça, é o mesmo caso do goleiro Bruno: mata e fica só uns anos presos. Ela não deveria sair da cadeia nunca mais”, discorda Andre Luiz, que respondeu no mesmo espaço.