10 de julho de 2026
AJUDA

Mãe pede ajuda após filho ser diagnosticado com doença rara: 'estamos desempregados'

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
João Miguel de Paula Rodrigues, 9 anos, teve a vida mudada: diagnóstico de doença rara

O menino João Miguel de Paula Rodrigues, de nove anos, vivia uma vida normal como qualquer outra criança, movimentava os braços, pernas, corria, brincava e estudava, até ser diagnosticado com uma doença rara que mudou a sua vida e não tem cura.

Em dezembro de 2022, João, que mora na Vila Scarabuccy, em Franca, foi diagnosticado com a doença Guillain-Barré, que paralisa os nervos e faz com que aconteça a perda dos movimentos dos músculos, entre eles das pernas e dos braços, chegando até os órgãos.

“Ninguém da nossa família teve essa doença. Hoje o meu filho se encontra um pouco bem, só não está andando sozinho, está de cadeira de rodas”, disse a mãe, Tatiane de Paula Rodrigues, 28 anos.

Ela relata que ela e o marido, Maurício Airam Rodrigues, de 33 anos, estão desempregados e têm mais três crianças, de 11, 7 e 4 anos, e que estão com dificuldades para manter a casa, que é alugada.

“Nós estamos desempregados desde o fim de setembro, estamos com o aluguel, água e luz tudo atrasado”, acrescentou Tatiane.

Segundo a mãe, o filho precisa se alimentar de 3 em 3 horas por dia, porém, com a dificuldade financeira, a alimentação indicada não está sendo possível. Além disso, a criança também precisa se alimentar de um suplemento chamado ‘S-Copen’, que custa em média R$ 210,00 a caixa com 30 sachês e não é fornecido na rede pública.

As despesas com os gastos com transporte e remédios também são motivo de preocupação dos pais. A família criou uma Vakinha online e conta com a ajuda das pessoas para poder continuar mantendo a casa e os filhos.

As pessoas que desejam mais informações sobre o caso de João e como ajudar com a Vakinha podem contatar através do telefone da mãe – Tatiane: 16-99450-5121 e pelo link da Vakinha: Vaquinha pra ajudar o João Miguel.

Segundo Tatiane, o caso do João agora é tratado como um estudo. Profissionais de áreas diferentes estarão acompanhando o quadro de saúde da criança de perto. A criança também começará a fazer fisioterapia duas vezes por semana.