Chester, peru, nozes e castanhas, frutas, farofa, vinho, arroz e a uva-passa. Calma... Ainda tem tempo para montar sua ceia de Natal. Em Franca, estes e outros produtos já ganham destaque nas gôndolas dos supermercados. Alguns deles ficaram mais "salgados" para o consumidor durante as festas deste ano.
Quando colocado no papel, o preço da carne bovina sofreu um reajuste de 7% para este Natal. Já as aves natalinas, quando comparadas com o mesmo período do último ano, ficaram 11% mais caras.
Segundo o gerente do Savegnago do Parque Castelo, Paulo Cesar Rossato, os valores podem sofrer alterações. "Pode tanto aumentar, como diminuir. Não é um preço fixo. O preço que estamos praticando hoje sofre variações constantes".
Suínos mais em conta
No outro lado da balança estão os cortes suínos, que seguem na mesma faixa de preço em relação ao Natal passado. Para Rossato, a carne de porco é uma ótima opção para o consumidor que precisa economizar nas compras.
"Ela é muito conhecida nesta data do ano por fazer muitas receitas de Natal e Ano Novo. Um valor muito mais atrativo que a proteína bovina e a própria ave, em geral", aponta.
O gerente do Tiãozinho, Marcelo Fradim, também dá dicas para montar uma mesa farta e pagando menos. "Se não dá para levar o tender, leva o pernil ou uma costela. Você vai conseguir deixar um prato bonito na mesa e gastando menos".
Não é só de carne que vive a ceia. Os tradicionais panetones e chocotones marcam presença, e as empresas apostam na variedade. "Desde o produzido pelo próprio supermercado até o produzido pelas grandes marcas", ressalta Fradim.
Com opção para todos os bolsos, a expectativa é que o movimento aumente à medida que se aproxima o Natal, principalmente nas duas semanas que antecedem a data. Apenas no Parque Castelo, a clientela deve crescer em 30% e alcançar 4 mil pessoas frequentando o supermercado por dia, segundo os cálculos.
Para atender este "batalhão", Rossato explica que o planejamento começou meses atrás. "Todo um preparativo a partir do histórico de vendas dos anos anteriores. Fazemos uma programação para não correr risco de faltarem produtos. Essa preparação começa uns seis meses antes".
Momento de festejar com aqueles que você ama. "A gente vem de dois anos de pandemia. Esse Natal é época festiva. Hora de encontrar a família e festejar a vida. Se puder, ceie com sua família e com seus amigos, e divida a conta, ninguém precisa fazer graça de pagar a conta sozinho", finaliza Fradim.