Pegando o público de surpresa, o padre Adriano Zandoná, em meio à missa da noite de sábado, 10, da 35ª edição do Hallel em Franca, pediu para que os fiéis usuários de drogas do local entregassem os entorpecentes para que ele pisasse, visando o "livramento das pessoas”.
“Em nome de Jesus, traga essa porcaria até o palco, você vai jogar aqui porque vou pisar nessa porcaria, aqui”, disse o padre. Em meio a uma comoção para que os produtos ilícitos chegassem até o palco, o religioso contou sua trajetória de superação das substâncias químicas.
“E num retiro como esse, eu fui e levei a cocaína, o cigarro, a porcaria que estava comigo e joguei em cima do palco, diante do Senhor, e nunca mais essa porcaria tocou o meu nariz e a minha boca, para a glória de Deus”, enfatizou.
Em certo momento da missa, ele levantou a mão mostrando uma porção de cocaína, a primeira droga que chegou até ele na missa. Segundos depois, outro membro do show entrega cigarros e outros tipos de droga. “Comecei a usar maconha com 11 anos de idade. Maconha, cocaína e pasta base de crack, até os 17 anos”, contou Zandoná. “E hoje é a sua vez!”.
Assista (a partir de 1h40min):
O padre é membro da comunidade católica Canção Nova e conta com uma grande influência em suas redes sociais, com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. A assessoria de imprensa do Hallel informou que a organização descartou apropriadamente todos os entorpecentes.