10 de julho de 2026
TRADIÇÃO

Cavalhadas da Franca fazem sucesso, e Clube já pensa na edição 2023

Por Gabriel Garcia | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/Cavalhadas
Cavalhadas ganharam uma homenagem em forma de documentário

O retorno da encenação das Cavalhadas da Franca fez o francano vibrar a cada ato do teatro e encheu o público de emoção, neste último fim de semana. A tradição quase bicentenária de Franca fechou as cortinas neste domingo, 14, mas voltará em 2023.

As Cavalhadas em Franca surgiram em 1831, sendo a terceira mais antiga do país. O teatro conta a história do exército de Carlos Magno, o rei cristão, e a conversão da princesa Floripes, filha do rei mouro, ao cristianismo. Ela convence o pai a se converter também e, assim, dá fim à batalha. A peça representa a batalha entre mouros e cristãos, no Sul da França e Norte da Espanha, entre os séculos VIII e IX.

Marcus Vinícius Falleiros, presidente do Clube das Cavalhadas, muito emocionado, comemorou. “O espetáculo superou as expectativas. Foi um espetáculo difícil de fazer, porque estamos retornando, ficamos dois anos sem. Até a turma se engajar, os cavalos se engajarem novamente... Mas deu tudo certo. Superou as expectativas, foi uma festa maravilhosa”.

Com o sucesso da edição de 2022, o Clube já pensa em reproduzir mais uma vez para o próximo ano. “Eu costumo dizer que se encerra uma Cavalhada hoje, e amanhã a gente já começa a preparar a Cavalhada do próximo ano. Então, nesta segunda-feira, a gente já começa a pensar nas Cavalhadas 2023. Em 2023, estamos de volta”, enfatizou o presidente.

Documentário
Documentário que foi lançado no dia 29 de julho deste ano, Cavalhadas da Franca: Rumo aos 200 anos narra a história das cavalhadas de quase dois séculos na cidade com depoimentos e histórias vividas por gerações.

Falleiros explica que o documentário foi feito pelo Clube das Cavalhadas com o apoio do governo federal através da Lei de Incentivo à Cultura. “Procuramos colocar nele pessoas de ontem e de hoje, que fizeram e que fazem parte das cavalhadas. Essas pessoas contaram histórias, passagens e fatos, foi muito emocionante”, contou.