A Câmara Municipal de Franca aprovou, nesta terça-feira, 2, a contratação de 42 funcionários para a área de educação do município de Franca. A criação de novos cargos concursados na Prefeitura deve suprir a demanda principalmente no serviço da merenda escolar.
A proposta do prefeito Alexandre Ferreira (MDB) é para contratação de 10 serventes de merendeiras, 2 cargos para assistente social, 20 para escriturário, 2 para orientador educacional e 8 para supervisor de ensino.
O assunto vinha sendo bastante discutido na cidade pela falta de merendeiras em algumas escolas da rede pública municipal de ensino. Por conta da falta de servidores, o município chegou até a oferecer lanche aos alunos, muitas vezes pão com presunto e mussarela. O caso foi parar ao Ministério Público e ainda ganhou noticiário nacional.
Entidades
Os vereadores também aprovaram a assinatura de convênio entre algumas entidades da cidade para liberação de verbas, entre elas Fundação Allan Kardec, Adefi (Associação dos Deficientes Físicos de Franca), Lar de Idosos Eurípedes Barsanulfo, Instituição de Educação Infantil Estrela de Davi e Departamento de Promoção Vicentina. Somando os recursos de todas as entidades, a verba gira em torno de R$ 350 mil.
Violência contra a mulher
Os vereadores também aprovaram projeto que pede mais divulgação dos canais de denúncia contra violência à mulher no portal da administração pública. O projeto é de autoria de Donizete da Farmácia (MDB), Daniel Bassi (PSDB), Lindsay Cardoso (Cidadania) e Lurdinha Granzotte (União).
Gilson de Souza
A Câmara Municipal também aprovou as contas do último ano do governo do ex-prefeito Gilson de Souza (Republicanos). Os vereadores seguiram parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que cuidou da prestação de contas da municipalidade referente ao exercício de 2019, cujo teor é favorável à aprovação.
Apesar da aprovação por unanimidade, o vereador Della Motta (Podemos) fez uma ressalva. “Nós temos que seguir a orientação do Tribunal de Contas, mas vamos deixar claro que houve, por parte do Ministério Público de Contas pareceres desfavoráveis em algumas questões, entre elas déficit de vagas em creches e percentual alto de alterações orçamentárias”, disse o vereador.