O auditor fiscal Adriano William de Oliveira, 52 anos, da Receita Federal em Franca, foi baleado e morto dentro de uma caminhonete S10 branca na noite deste sábado, 12.
O homicídio ocorreu por volta das 19h30 na avenida Major Nicácio, entre o bar Vila Madalena, onde até pouco tempo funcionava o Bar do Careta, e a igreja Nossa Senhora das Graças, no centro da cidade.
A polícia deteve o homem acusado de assassinato, identificado como o dentista Samir Moussa, 48 anos. A suspeita é de que o crime tenha sido passional, mas a polícia não revelou detalhes.
O delegado Milessandro Moretti, encarregado do caso, informou que o dentista Moussa, acusado do homicídio, deve ser encaminhado direto para a prisão assim que os depoimentos forem finalizados, na madrugada deste domingo, 13.
Foram disparados quatro tiros, dos quais três no rosto e um no peito, segundo apurou o portal GCN no local junto à polícia.
Por volta das 21h30, o corpo já havia sido retirado da caminhonete pela funerária, mas o local ainda estava cercado por policiais, em três viaturas. Muitos curiosos se dirigiram ao local. A Polícia Militar isolou a área e ainda estava realizando os trabalhos no local.
Por volta das 23h, o acusado de ter matado o auditor fiscal estava na sede da CPJ (Central de Polícia Judiciária) e ainda estava prestando depoimento aos policiais civis, acompanhado de sua advogada.
Segundo as informações iniciais, a vítima estava no bar Vila Madalena em companhia de outro homem. Um garçom do estabelecimento confirmou que, após pagar a conta, o auditor se dirigiu sozinho para o carro, onde foi alvejado a queima roupa.
Matéria atualizada às 00h29 de 13 de março de 2022